A Grande Barreira de Coral, localizada no nordeste da Austrália, está a sofrer o pior episódio de branqueamento de que há registo.
“O impacto cumulativo sofrido pela barreira este verão foi maior do que nos verões anteriores”, declarou a Autoridade do Parque Marinho da Grande Barreira de Coral, que depende do governo federal australiano, em comunicado.
Já no passado mês de março, as autoridades alertavam para este novo episódio de branqueamento, devido ao aumento da temperatura da água em consequência das alterações climáticas, o sétimo desde 1998.
Este grande recife de coral é um dos que foi afetado por este episódio de branqueamento em massa que afetou corais em 53 países.
A Grande Barreira de Coral, que estende-se por mais de 2300 quilómetros ao longo da costa do estado de Queensland, é frequentemente considerada a maior estrutura viva do mundo.
Alberga uma biodiversidade extremamente rica, com mais de 600 espécies de corais e 1625 espécies de peixes.
As observações aéreas mostraram que cerca de 730 dos mais de mil recifes observados estão branqueados.
O branqueamento é causado por um aumento da temperatura da água, que expulsa as algas simbióticas que dão aos corais uma cor brilhante. Se as temperaturas elevadas persistirem, o coral torna-se branco e morre.
Em várias zonas da Grande Barreira, os "corais têm sido expostos a níveis recorde de calor”, sublinhou a Autoridade do Parque Marinho.
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