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  • Surf Ranch regressa ao CT em 2023 e Indonésia volta a cair
    19 setembro 2022
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  • Finalíssima vai acontecer em Trestles pelo terceiro ano consecutivo.
  • A World Surf League anunciou, esta segunda-feira, o calendário do circuito mundial de surf para 2023, com Portugal a manter-se como a terceira paragem da temporada, de 8 a 16 de Março. A grande novidade é a saída da etapa de G-Land, na Indonésia, e o regresso do Surf Ranch, piscina de ondas concebida por Kelly Slater, ao calendário.

    Sob o desígnio da qualificação olímpica, o CT de 2023 vai servir para apurar uma grande fatia dos surfistas que vão marcar presença em Paris’2024. Serão 10 surfistas masculinos e 8 surfistas femininas a garantirem vaga através do ranking da próxima temporada, estando automaticamente qualificados para as olimpíadas francesas, sendo que cada país apenas poderá apurar dois surfistas.

    Novamente com um corte de surfistas a meio da temporada, a etapa de Margaret River, no Oeste australiano, será novamente a paragem que vai definir o cut de 36 surfistas masculinos para 24 e 18 surfistas femininas para 12 na segunda metade da temporada. A reta final da temporada começará, precisamente, no Surf Ranch.

    Com o arranque de temporada marcado para 29 de Janeiro, em Pipeline, no Havai, o campeão mundial vai decidir pelo terceiro ano consecutivo num formato de finalíssima. E Trestles, na Califórnia, será mais uma vez o palco da ação, depois de no ano passado ter corado Gabriel Medina e Carissa Moore e este ano Filipe Toledo e Stephanie Gilmore. Tudo se vai decidir de 7 a 15 de Setembro.  

    “Estamos orgulhosos no formato que desenvolvemos e que vimos obter grande sucesso durante a última temporada”, começou por afirmar Jessi Miley-Dyer, comissária dos circuitos da WSL e antiga competidora. “O calendário de 2023 assegura a melhor plataforma para o melhor surf do Mundo. Estou orgulhosa por anunciar que em 2023 vamos continuar a ver igualdade no número de eventos, nas localizações e nos prémios monetários entre homens e mulheres”, frisou.

    Quem também deu um pontapé nas críticas de que o novo formato era algo foi Erik Logan, CEO da WSL, que já se tinha mostrado radiante com os números obtidos pela transmissão da finalíssima de 2022. “Testámos o formato redesenhado na sua plenitude pela primeira vez este ano e fortalecemos ainda mais o Championship Tour. A próxima temporada será prova disso, onde vamos apurar 18 surfistas para Paris’2024”, atirou.

     

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