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  • John John e a história da joelheira: 'Pensei em não competir em G-Land'
    28 maio 2022
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  • O bicampeão mundial de surf confidenciou que as últimas horas foram uma verdadeira "montanha-russa de emoções".
  • Não é novidade para ninguém que a carreira desportiva de John John Florence é marcada por títulos mundiais e também por lesões, múltiplas mesmo. 

    Problemas que têm impedido o talentoso surfista havaiano de chegar ainda mais longe. Agora, na primeira etapa pós-cut, o espectro das lesões voltou a assombrar Florence.

    No primeiro dia do CT de G-Land, na Indonésia, o bicampeão mundial protagonizou uma das melhores performances do dia, mas surpreendeu por ir a jogo com uma proteção no joelho esquerdo, aquele que o ano passado foi fustigado por problemas.

    Aos microfones da World Surf League (WSL), o competidor de 29 anos explicou a que se deveu o uso da proteção. "Infelizmente, na sexta-feira de manhã torci o joelho esquerdo, talvez ao nível do ligamento colateral medial", revelou.

    Um susto que até chegou a colocar em risco a sua presença no campeonato que marca o regresso do CT a G-Land, depois de uma ausência de 25 anos.

    "Tudo isto tem sido uma montanha-russa de emoções para mim. Estava a pensar em não competir no evento, mas fiz algum trabalho com a equipa médica e depois senti-me bem no free surf matinal. Decidi avançar", explicou o Pipe Master de 2020.

    Por tudo o que passou num curto espaço de tempo, John John Florence mostrou-se muito feliz com a exibição que plasmou em G-Land de licra vestida, num heat em que bateu o regressado Yago Dora e Kolohe Andino.

    "Antes do heat, estava muito nervoso porque não sabia quais as sensações que iria ter. Acabei por sentir-me bem e não tive dores. Estou muito contente por ter vencido o heat e bastante entusiasmado para o resto da competição", confidenciou.

    Por último, palavra para a muito badalada G-Land, onde nos idos dos anos 90 do século passado ali nasceu o famoso conceito de Dream Tour. 

    "É fantástico estar em G-Land para competir. As ondas são perfeitas, o vento é 'light offshore' e não há ninguém por perto. É especial surfar neste spot", considera.

     

     

     

     

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