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  • Lucas Chumbo: 'O segredo das vitórias na Nazaré está no tempo que passo na onda'
    12 fevereiro 2022
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  • Em três edições do Nazaré Tow Surfing Challenge, ninguém foi mais laureado do que o big rider carioca.
  • Os parceiros podem mudar, mas há algo que tem vindo sempre a ser uma realidade em cada edição do Nazaré Tow Surfing Challenge. O domínio de Lucas Chumbo nas ondas gigantes da Praia do Norte.

    Desta vez, não houve o já famoso 'Kai Chumbo Show', pois Kai Lenny está em Sunset Beach para estrear-se em etapas do CT, mas ao lado de Nic von Rupp, Lucas voltou a fazer das suas neste campeonato de tow-in. Pela segunda vez consecutiva, o big rider de 26 anos arrecadou o prémio individual masculino. Simultaneamente, fez um hat-trick no troféu por equipas. 

    Contas feitas, em três edições já realizadas do Nazaré Tow Surfing Challenge, ninguém foi mais laureado do que o big rider carioca. Já garantiu um total de cinco títulos, três por equipas e dois individuais. Após mais um desempenho de excelência, o MEO Beachcam esteve à conversa com o protagonista do espetáculo.

    Beachcam (BC) - Primeiro com o Kai Lenny, agora com o Nic von Rupp. Mudam as duplas, mas tu continuas sempre a ser o big rider do campeonato. Qual é o segredo para este sucesso? 

    Lucas Chumbo (LC) - Acho que a explicação está no tempo que passamos na Nazaré. É muito tempo de trabalho nesta onda. Trabalho no duro. E a recompensa está à vista: todos estes títulos. Estou muito feliz e grato. É um dos maiores objetivos que tenho no ano e desta vez foi a dobrar. A Nazaré é como se fosse a minha segunda casa. Agradeço a todos por me fazerem sentir tão bem. Agradeço também à Nossa Senhora da Nazaré que está sempre a abençoar-me, a proteger-me e a oferecer-me todos estes títulos.

    BC - Em comparação com a vitória que obtiveste em dezembro, como é que foi esta prova? 

    LC - Considero que o campeonato de dezembro foi mais intenso e mais irado. Desta vez, não tivemos pela frente aquelas condições épicas, com possibilidade de fazer tubos. No entanto, apanhei uma fase do mar muito boa, com tamanho sólido. Consegui apanhar ondas incríveis. Foi bastante divertido e deu para assinar uma performance incrível. Agradeço ao Nic por ter-me colocado em ondas incríveis. 

    BC - Vieste diretamente do Havai para a Nazaré. Estiveste a acompanhar a estreia do teu irmão João no CT em Pipeline. O que sentiste ao assistir in loco aquele momento? 

    LC - Foi uma estreia incrível. Um sonho realizado. Há anos que a família Chianca esperava por este momento. Ver o meu irmão estrear-se em Pipe com aquela performance e o heat que fez diante do John John Florence... nasci para ver aquele momento. Chorei e arrepiei-me. Foi algo histórico e mesmo muito especial para a nossa família. 

    BC - Este ano, o CT está de regresso a Saquarema. Gostavas ser convidado a participar nessa etapa e dividir o line up com o teu irmão? 

    LC - Com certeza é um sonho. Vamos ver se a WSL dá-me um wildcard. Participar no CT é um sonho, mas gostava mais que fosse em ondas como Pipeline ou Teahupoo do que no Rio de Janeiro. Aí seria mais complicado.

     

     

     

     

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