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  • Sete coisas que esperamos ver no CT 2022
    04 janeiro 2022
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  • Pipeline vai ser o palco da primeira prova da temporada, já a partir de 29 de Janeiro.
  • Ano novo, Tour novo. 2022 já aí está e com ele está prestes a começar uma nova temporada do circuito mundial de surf. Faltam somente 25 dias para o começo da ação e nas próximas semanas muita tinta deverá começar a correr sobre o regresso da elite mundial aos principais palcos do surf mundial.  

    Pipeline vai ser pelo segundo ano consecutivo o palco de estreia do CT, com o período de espera a começar já no próximo dia 29 de janeiro. Depois de um ano dominado por Carissa Moore e Gabriel Medina as expectativas estão altas para o que se aproxima. Quem vai entrar mais forte? Quem são os reais candidatos? E as desilusões? Como se vão comportar os rookies? As respostas estão quase ao virar da esquina.

    Em baixo ficam sete previsões que gostaríamos de ver acontecer. Algumas bem mais possíveis que outras.

    - Circuito completo, sem adiamentos e com finalíssima de topo; É tempo de deixar a pandemia para trás das costas e esperar que a Covid-19 dê tréguas. Depois de ter cancelado toda a temporada de 2020 e de ainda ter feito bastantes estragos no calendário em 2021, o que todos desejamos é que as etapas sejam realizadas na totalidade e sem mais adiamentos. Da primeira à última, sem percalços pelo caminho. Com fronteiras mais alargadas aos atletas e sem burocracias exageradas. A juntar a isso, a cereja no topo do bolo seria ter uma finalíssima numa onda entusiasmante. O rumor do México vai ao encontro dessa ideia!

    - Frederico Morais a vencer uma etapa e fazer história; A temporada de 2022 será a quarta completa de Kikas entre a elite mundial e depois de todos os feitos já conseguidos pelo surfista português, falta “apenas” o marco histórico nunca conseguido: um triunfo em etapa. Esteve perto em 2017, em J-Bay, no ano de estreia no Tour. Antes já Tiago Pires tinha ameaçado várias vezes. Mas depois do histórico 10.º posto final no ranking do ano passado, Frederico está “no ponto” para almejar essa conquista. Vejamos se não será já em Sunset ou Bells… Um triunfo que certamente garantiria Kikas no top 22 que vai competir na segunda metade da temporada.

    - Supertubos a proporcionar uma etapa memorável; Com a mudança no calendário, Portugal passou a ter uma etapa em Março, ao invés de Outubro, como foi no passado. De 3 a 13 de Março todas as atenções vão estar centradas em Peniche e nos famosos Suprtubos. Com a época a ser mais propícia a ondulações com potencial elevado, as expectativas são elevadas. E que saudades de ter uma etapa como a de 2011, com três dias consecutivos de tubos perfeitos. É muito difícil voltar a ver isso acontecer, mas sonhar não custa.

    - Uma final com polémica e picardias entre John John e Medina; E por que não já em Pipeline para começar bem a época? Podendo depois ter um novo capítulo na grande finalíssima, caso o joelho do havaiano aguente até lá. Sejamos sinceros, as rivalidades fazem falta ao desporto, sobretudo ao surf, e são a gasolina que alimenta a paixão dos fãs. Que o digam os adeptos de F1, onde o enrede entre Hamilton e Verstappen fez reacender um interesse que já não se via quase desde os tempos de Ayrton Senna. No surf faz muita falta algo do género desde Slater e Irons. É certo que dificilmente John John perderá a cara frente a alguém. Mas seria uma boa pimenta para o estado atual do surf mundial.

    - Stephanie Gilmore a bater o recorde de títulos; Depois do total domínio de Carissa Moore no surf mundial, incluindo Jogos Olímpicos, é difícil pensar noutro nome para vencer o título. E também e difícil pensar em Stephanie Gilmore como uma real adversária nos dias que correm, depois do baixar de forma acentuado. Contudo, os sete títulos mundiais conferem um estatuto que a qualquer momento pode voltar ao topo. Poderia ser uma surpresa, mas seria incrível ver a australiana vencer o oitavo título e quebrar o recorde de número de títulos conquistados.

    - A nova fornada americana e havaiana a dar luta; Com o Brasil a dominar por completo o circuito, sobretudo o masculino, é normal que as hostes canarinhas estejam entusiasmadas. Contudo, também é aceitável que isso se esteja a tornar numa monotonia para quem vê de fora. Seria importante para o interesse mundial do circuito ver novas caras norte-americanas e havaianas a surgir na luta por títulos. E logo numa época em que existem alguns rookies a chegar destas bandas, com fortes gerações a brotar. Até porque, excluindo John John e o Havai, já são vários anos sem os States na luta real pelo título.

    - Kelly Slater a despedir-se com triunfo; Não querendo ser profetas e desejando até a eternidade do Rei, a verdade é que a temporada em que faz 50 anos pode mesmo ser a última de Slater na elite mundial. Seria imprescindível vê-lo fazer a temporada a 100 por cento, com presença em todas as etapas. É certo que dificilmente o veremos na luta pelo título. Mas por que não baixar a fasquia e desejar que consiga um top 22 a meio da temporada para se despedir do circuito com um triunfo? O calendário até se adapta a tais ambições, uma vez que Teahupoo é a última etapa da temporada regular. E foi lá que KS venceu pela última vez, já em 2016… Seria uma despedida em grande! Ou será que a ideia da retirada ainda nem sequer passam pela mente de Kelly?

     

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