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  • Moana Jones. Perdão. Moana Wong dá show tubular e vence o HIC Pipe Pro
    17 dezembro 2021
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  • Considerada por muitos a melhor surfista de Pipeline, Moana deu uma lição à nova geração que está a caminho do CT.
  • Todos a conheciam por Moana Jones e muitos dos locais mais famosos sempre a consideraram a melhor surfista mulher de Pipeline. Agora, Moana surge com o sobrenome Wong, mas com a mesma atitude que lhe valeu toda a reputação. Esta quinta-feira deu uma verdadeira lição de tubos a toda a concorrência para vencer o HIC Pipe Pro, na arena mais cobiçada do planeta.

    Este QS1000 que conta para o circuito regional havaiano/taitiano pode ter um estatuto pequeno, mas não faltaram nomes sonantes na água, desde futuras rookies do CT 2022 até alguns nomes mais experientes da elite mundial. Contudo, Moana não deu qualquer hipótese, vencendo as quatro baterias em que entrou.

    Um triunfo que além de reforçar o estatuto de rainha de Pipeline de Moana Jones, agora Wong, ainda a colocou na liderança dos rankings regionais, ou seja, bem lançada para garantir uma vaga nas Challenger Series de 2022. The last but not the least, Moana ainda ganhou um wildcard para competir frente às melhores surfistas do Mundo na etapa inaugural do CT 2022, no final de janeiro. Ali mesmo, no seu quintal de Pipeline.

    Com Carissa Moore a ser ausência de última hora, Moana Wong assumiu a batuta da prova desde a ronda 1 até à grande final. Tudo começou com uma incrível performance em que somou 16,17 pontos, com uma nota 9 pelo meio, deixando a havaiana e futura rookie Luana Silva em segundo e eliminando a taitiana/francesa e antiga campeã mundial júnior Vahine Fierro.

    Nesta primeira ronda destaque ainda para as prestações de nomes bem famoso, como o de Bethany Hamilton, surfista que dispensa apresentações e que foi atacada por um tubarão na juventude, ficando sem um dos braços. Hamilton mostrou mais uma vez as suas capacidades fora do normal em Pipe e venceu um heat em que a futura rookie do CT Bettylou Sakura Johnson foi eliminada.

    Voltando a Wong, nos quartos-de-final somou apenas 8,60 pontos, com o mar a já não colaborar tanto. Ainda assim, venceu um heat em que a também havaiana e futura rookie Gabriela Bryan foi segunda e onde a norte-americana Anastasia Ashley e australiana Freya Prumm ficaram pelo caminho. Já nas meias-finais somou 12 pontos, ficando Bryan novamente em segundo, com as havaianas Zoe McDougall e Luana Silva Coelho a serem, desta vez, as surfistas eliminadas.

    Enquanto do lado de baixo do draw as experientes Keala Kennelly e Courtney Conlogue despediam-se de prova nas meias-finais, eram Brianna Cope e Brisa Hennessy que se juntavam a Moana e Bryan na grande final. E no heat decisivo nada mudou. Moana começou logo com uma onda de 7,67 pontos e terminou com um score de 11,34 pontos, deixando Brisa Hennessy em segundo, com 8,37 pontos, Gabriela Bryan e terceiro, com 6,50 pontos, e ainda Brianna Cope no quarto e último posto, com somente 5,83 pontos.

    Uma performance para a história, em que o melhor é mesmo ver o resumo. Depois da lição de Moana Wong em Pipeline, numa prova em que ainda teve nomes como Coco Ho ou Caitlin Simmers, que nem chegaram à fase das decisões, a ação em Pipe segue nos próximos dias com a prova masculina. Uma prova onde John John Florence será a grande atração.

     

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