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  • John John, Carissa e mais seis tops no melhor QS1000 que há memória
    19 novembro 2021
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  • HIC Pipe Pro vai inaugurar a temporada de 2021/22 do QS havaiano…
  • John John Florence, Jack Freestone, Seth Moniz, Carissa Moore, Caroline Marks, Courtney Conlogue, Brisa Hennessy e Lakey Peterson. Este é o elenco de luxo que de 8 a 20 de dezembro vai estar em ação em Pipeline. Poderá ser o Pipe Masters, mas é “apenas” o novo Hic Pipe Pro. Aquele que pode muito bem ser considerado o melhor QS1000 que há memória.

    Com as constantes alterações nos calendários da WSL provocadas pela pandemia mas também pela criação de novos circuitos, nasceu um novo campeonato de estatuto mínimo no North Shore de Oahu. Mas apesar desse estatuto reduzido, o facto de ser disputado na arena das arenas fez com que muitos nomes sonantes queiram participar.

    O Hic Pipe Pro absorveu a vaga deixada em aberto pelo antigo Hic Sunset Pro, um QS3000 que acontecia no início de Novembro e que servia para apurar os surfistas havaianos para a Triple Crown. Apesar de estar inicialmente prevista a continuação desse campeonato, o facto de Sunset ter passado a ter uma etapa do CT no início do ano, acabou por extingui-lo.

    Além disso, o facto de a etapa de Pipeline que originalmente servia como ponto final das temporadas do CT ter deixado de acontecer em dezembro e passado para janeiro, como abertura de festa para a elite mundial, acabou por criar esta janela de oportunidade para um evento menor na bancada rainha do surf mundial.

    O Hic Pipe Pro vai servir, assim, de abertura da temporada 2021/22 do QS regional havaiano, ondes os jovens locais terão oportunidade de lutar por pontos para conseguirem chegar às Challenger Series de 2022. Contudo, a proximidade com o Pipe Masters, que vai abrir o CT de 2022 logo em janeiro, acabou por ser aproveitada por vários tops mundiais para começarem a ganhar ritmo nos tubos mais famosos do planeta.

    É por isso natural que estes oito nomes que já aqui apontámos surjam na lista de inscritos, com grande destaque para o local John John Florence e para a campeã mundial em título Carissa Moore. A adesão feminina é facilmente explicada pelo facto de em 2022 pela primeira vez o circuito mundial feminino ter uma etapa disputada em Pipeline na sua totalidade.

    Para se ter noção do impacto deste “pequeno” campeonato a lista de espera do lado masculino ascende os 50 nomes, com algumas figuras internacionais pelo meio, como o jovem brasileira Ryan Kainalo, o experiente basco Aritz Aranburu, o francês Kauli Vaast ou o indonésio Rio Waida. Todos eles longe do topo da lista e a depender de um eventual wildcard para conseguirem competir numa prova que albergará 96 surfistas.

    Do lado feminino as vagas são apenas 32, o que deixou de fora alguns nomes sonantes da nova geração do surf norte-americano que também se querem testar em Pipe, como Caitlin Simmers, Kirra Pinkerton ou Alyssa Spencer. A havaiana Keala Kennelly é outro dos nomes sonantes de fora, mas, certamente, com um wildcard à sua espera.

    Perante tudo isto é fácil perceber que de 8 a 20 de Dezembro todas as atenções vão estar centradas no North Shore de Oahu, nesta que é uma espécie de segunda vida do antigo Volcom Pipe Pro, um dos melhores campeonatos da história do QS.

     

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