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  • “Quando o swell entra, esta é uma das melhores ondas do Mundo para campeonatos”
    01 outubro 2021
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  • Bourez garante estar motivado para continuar mais anos ao alto nível, até porque o principal objetivo em mente é a presença nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024.
  • Michel Bourez vai ser uma das muitas estrelas em ação no MEO Vissla Pro Ericeira, mas, ao contrário de Frederico Morais, o surfista taitiano procura um bom resultado em Ribeira d’Ilhas para conseguir a requalificação para o CT do próximo ano, depois de uma temporada pouco conseguida em 2021. E as expectativas são altas, até porque elogia a onda portuguesa e também este novo formato competitivo.

    Apesar de ser um dos mais veteranos do CT, Bourez garante estar motivado para continuar mais anos ao alto nível, até porque o principal objetivo em mente é a presença nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024, onde a prova de surf vai acontecer no “seu” Taiti. Além disso, pisca ainda o olho a um possível wildcard de lesão para o CT 2022, numa altura em que os candidatos são vários para essa vaga.

    Beachcam - Quais as tuas expectativas para este MEO Vissla Pro Ericeira?

    Michel Bourez - Estou bastante entusiasmado com esta competição. Há muitos surfistas de qualidade que vão estar em prova. Quero fazer bem as coisas, mas para isso é necessário que haja boas ondas. As previsões são encorajadoras, pelo que as ondas com potencial estão a caminho. Isso torna mais fácil o trabalho dos surfistas.

    B - O formato da Challenger Series está em estreia. Como analisas este novo modelo de apuramento para o CT? Preferes esta solução ou antigo circuito WQS?

    MB - Gosto mais deste modelo. Isto porque a Challenger Series constitui-se como uma 'cidade' à parte no universo QS. Antigamente, apenas viajávamos à volta do Mundo para as provas em que havia boas condições. A Challenger Series é um circuito que tem vários surf spots de excelência. Por exemplo na Ericeira, além de Ribeira d'Ilhas, temos os Coxos e Backdoor. São ótimos locais para fazer surf.

    B - Gostas de surfar na onda do campeonato, Ribeira d'Ilhas?

    MB - Quando o mar está pequeno é uma onda complicada e lenta, mas quando o swell entra esta é uma das melhoras ondas do mundo para receber um campeonato de surf. Nessas condições é incrível!

    B - Este foi um ano em que participaste na estreia olímpica do surf, mas no qual as coisas não te saíram tão bem no CT. Que balanço fazes, até ao momento, da temporada?

    MB - Sem dúvida nenhuma que este tem sido o pior ano da minha vida desportiva. Claro que no final do ano vivi novas experiências e a família está bem de saúde. Na verdade, isso é o que interessa. Claro que estou a trabalhar muito para me requalificar para o Tour do próximo ano. Porém, dados os problemas que tive no pescoço, seria fantástico se conseguisse obter o 'injury wildcard' para 2022.

    B - A requalificação para o próximo CT naturalmente que está no teu pensamento, mas recentemente disseste que o teu maior objetivo é estar presente em Paris'2024, cuja prova olímpica de surf vai realizar-se no teu Taiti. Ainda pensas assim?

    MB - Claro. Esse continua a ser o meu maior objetivo. É por isso que estou na Ericeira. Inicialmente não liguei muito quando soube que os Jogos Olímpicos iriam ser em Paris. No entanto, tudo mudou com o anúncio da prova de surf no Taiti. Quero ser parte integrante desse evento. Para já, não se sabe como será o processo de qualificação. Veremos como as coisas vão evoluir.

     

     

     

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