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  • Joel Tudor e Honolua Blomfield: dois campeões mundiais separados por 23 anos
    14 outubro 2021
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  • Honolua é a mais jovem longboarder a proclamar-se campeã do mundo por três vezes, enquanto Joel é o mais velho campeão mundial de uma disciplina de surf da história.
  • Depois de conhecidos os campeões mundiais de surf, na histórica finalíssima de Trestles realizada no passado mês de setembro, esta semana foram coroados os campeões de 2021 no que toca ao longboard. 

    A californiana Malibu Beach, aquela é amplamente conhecida como a meca para a prática desta modalidade, coroou Joel Tudor e Honolua Blomfield como os melhores de 2021. Dois nomes que partilham a mesma paixão por uma modalidade que está colada à pele e que de há poucos dias a esta parte, partilham igualmente o mesmo número de títulos mundiais. Ambos já foram campeões por três vezes.

    No entanto, há um facto que é completamente impossível de ignorar quando olhamos para o perfil destes dois nomes e que não é muito habitual de ver. A significativa diferença de idades. 

    Se por um lado, a longboarder havaiana é uma figura mais recente nestas andanças, já o norte-americano é um veterano de guerra com mil e uma batalhas disputadas. Joel Tudor conta com 45 primaveras, enquanto Honolua Blomfield tem apenas 22 anos. Em 1998, havia Tudor conquistado o seu primeiro título mundial e Honolua ainda não tinha nascido. 

    Na passada terça-feira, em Malibu Beach, Blomfield conquistou o terceiro título nos últimos cinco anos, tornando-se na mais jovem longboarder a alcançar este número de títulos. Com a conquista obtida no pico de First Point, a havaiana passou a comer na mesma mesa da norte-americana Cori Schumacher, que até esta semana era a solitária recordista de títulos mundiais. 

    Só que Cori Schumacher quando alcançou o seu terceiro e último cetro mundial já tinha 33 anos de idade, pelo que Honolua Blomfield com apenas 22 anos e se continuar a dedicar-se ao longboard de competição por muitos mais anos tem tudo para cimentar o seu estatuto como a mais laureada da história e por larga margem. 

    Se descontarmos o ano de 2020, no qual o título não foi atribuído por causa da pandemia do novo coronavírus, desde 2017 Blomfield só não foi campeã mundial em 2018, ano em que a norte-americana Soleil Erico levou a melhor. Por isso, esta foi também a primeira vez que uma longboarder defendeu com sucesso o título conquistado na época anterior desde a havaiana Kelia Moniz nos anos de 2012 e 2013.

    Quanto a Joel Tudor, que 17 anos depois voltou a ser campeão mundial, entrou no clube onde também pontifica o contemporâneo Colin McPhillips, bem como Taylor Jensen e o havaiano Rusty Keaulana. Todos eles foram três vezes campeões do mundo. 

    Neste quadro de honra, Tudor quando olha para cima apenas visualiza o nome do australiano Nat Young. O primeiro campeão do mundo de longboard da história repetiu a gracinha por mais três vezes e lidera a tabela dos longboarders mais titulados.

     

     

     

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