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  • Afonso Antunes: “Vou tentar aprender e divertir-me ao máximo”
    01 outubro 2021
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  • Após um triunfo há alguns dias nos tubos de Supertubos, Afonso fechou com chave de ouro a temporada nacional de 2021. No entanto, admite que teve um momento delicado no início do ano.
  • Afonso Antunes foi um dos vários jovens portugueses que foram premiados com um convite para o MEO Vissla Pro Ericeira, a segunda de quatro provas das novas Challenger Series. O jovem surfista, que acabou de se sagrar vice-campeão nacional, admite que não parte para Ribeira d’Ilhas com expectativas de um grande resultado, mas, sim, com ambições de aprender com os melhores.

    Após um triunfo há alguns dias nos tubos de Supertubos, a fechar com chave de puro a a temporada nacional de 2021, Afonso admite que teve um momento delicado no início do ano, mas que esse triunfo veio mesmo a calhar, após um reset feito durante o verão. Tudo o que vier a mais da sua prestação na Ericeira será um bónus para um jovem que em 2022 quer, aí sim, atacar a qualificação para as Challenger Series.

    Beachcam - Quase em cima da hora recebeste um wildcard para participares no MEO Vissla Pro Ericeira. Que expectativas tens para esta competição?

    Afonso Antunes – Sinceramente, não tenho grandes esperanças para este campeonato. Vai ser um evento onde vou tentar aprender e divertir-me ao máximo. É um campeonato que reúne alguns dos melhores surfistas do Mundo, pelo que vai ser muito difícil sair de Ribeira d'Ilhas com um resultado de relevo. Este ano já tive duas oportunidades (ndr: QS regionais em Portugal) para mostrar o meu valor, mas as coisas não correram muito bem para o meu lado. Vamos ver se à terceira é de vez. Venho do triunfo em Peniche para a Liga MEO Surf, que é algo que dá-me ainda mais motivação para este evento.

    B - Recentemente, afirmaste que o ano de 2021 foi horrível para ti em termos competitivos. O que explica essa situação pela qual passaste?

    AA - Foi um ano complicado em termos pessoais. Além disso, criei a mim próprio situações de pressão que não fazem qualquer sentido. Este verão, aproveitei o período que houve sem campeonatos para reagrupar, reorganizar a minha cabeça e regressar mais forte. O Bom Petisco Peniche Pro foi a primeira prova onde estive depois desse 'reset' e as coisas correram bem.

    B - Já competiste por diversas vezes em Ribeira d'Ilhas. Como te sentes a surfar nessa onda?

    AA - É uma onda com a qual estou sempre em sintonia. Venci em Ribeira nas últimas duas vezes que a Liga MEO visitou esta praia. Foi aqui que obtive as minhas duas primeiras vitórias nessa competição. É uma onda que conheço bem e estou habituado a surfar.

    B - Como analisas o facto da WSL ter aumentado até aos 20 anos a idade para competir no Pro Júnior. Achas que essa é uma medida da qual vais sair beneficiado?

    AA - Vai sempre beneficiar. Este ano, um dos meus principais objetivos era vencer o Pro Júnior europeu, mas esse foi mais um circuito que não me correu nada bem. Agora vou ter mais um ou dois anos de Pro Júnior, pelo que vou tentar manter-me calmo e focado.

    B - No início do ano, disseste que em 2021 o teu foco ia estar apontado para o circuito Pro Júnior. Em 2022 essa também será a tua prioridade?

    AA - Para o ano o meu principal objetivo já é conseguir o apuramento via QS regionais para as Challenger Series. No entanto, também não vou descurar o Pro Júnior.

     

     

     

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