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  • Davi, o “mano famoso” que mais brilhou em Outer Banks
    06 setembro 2021
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  • Os triunfos sorriram a Alyssa Spencer, uma das sub-18 mais valiosas do surf norte-americano, e a Taro Watanabe.
  • Arrancou na passada semana o circuito QS regional norte-americano 2021/22, com os Outer Banks da Carolina do Norte a receberem os melhores surfistas locais em busca de pontos para se qualificarem para as Challenger Series 2022. Muito talento à solta e uma nova geração sedenta de provar o seu valor, o que culminou num evento recheado de emoção.

    Os triunfos sorriram a Alyssa Spencer, uma das sub-18 mais valiosas do surf norte-americano, e a Taro Watanabe, depois de uma grande luta que contou nas fases finais como nomes como Nat Young, Michael Dunphy, Kei Kobayashi, Kade Madson, Kirra Pinkerton, Swayer Lindbald ou a pequena Caitlin Simmers, que só parou nas meias-finais.

    Contudo, outro dos destaques dentro de água foram alguns nomes sonantes do surf mundial. Não em primeira pessoa, mas em afinidade. Certamente que os nomes Toledo, Igarashi ou Colapinto são bem conhecidos de todos os fãs do surf mundial. E foram os irmãos mais novos destas estrelas do CT que deram nas vistas nesta etapa.

    Embora Corsby, o Colapinto mais novo, já tenha alguma reputação e experiência em etapas do CT, o mesmo não se pode dizer de Keanu Igarashi ou Davi Toledo. O surfista brasileiro, que viva na Califórnia com a família, há muito que se destaca no freesurf, não dando tanta importância à competição. Contudo, até foi ele a chegar mais longe neste campeonato especial de “manos mais novos”.

    Apesar de ser um dos favoritos ao triunfo, Corsby Colapinto caiu na ronda 4, depois de ter feito um dos melhores scores da fase anterior da prova. Keanu Igarashi, que, ao contrário do irmão, ainda procura destacar-se com um resultado de relevo no QS, também entrou bem em prova, somando 16,05 pontos na ronda 2, mas caindo logo de seguida.

    Já Davi Toledo teve de começar a caminhada logo na ronda 2. E só foi travado na ronda 5, já à porta dos quartos-de-final. Após ter superado três rondas com distinção e com scores altos, o Toledo mais novo acabou por ficar em terceiro num duelo em que foi superado por Nat Young e Kei Kobayashi, despedindo-se no 9.º posto.

    Este foi, de longe, o melhor resultado de Davi Toledo desde que se aventurou no QS, onde aparece esporadicamente desde 2018. Aliás este foi apenas o sexto evento em que entrou na WSL. No entanto, o Toledo mais novo, atualmente com 22 anos, começa a deixar boas impressões. Nunca se sabe se não toma o gosto como o irmão Filipe…

     

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