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  • Um circuito WQS regional europeu com muito sabor a Portugal
    09 julho 2021
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  • Portugal marcou a pauta nestes eventos, reivindicando toda a valia do seu surf de competição no espaço continental. Grande nação do surf europeu, não deixou os seus créditos por mãos alheias.
  • Fez este domingo uma semana que caiu o pano sobre o circuito WQS regional europeu. O epílogo foi atingido com mais uma edição do mítico Pantín Classic Pro. Para trás, já haviam ficado duas etapas, disputadas em Santa Cruz e Costa de Caparica durante a primavera.

    Três campeonatos, encaixados num relativo curto espaço de tempo, que serviram para apurar os 18 surfistas europeus (10 homens + 8 mulheres) que a partir de setembro vão lutar junto do resto do mundo na nova Challenger Series pelo passaporte para o Championship Tour de 2022.

    Nesta hora de fazer um rewind aquilo que foi este circuito regional WQS europeu, rapidamente percebemos que Portugal foi uma das nações que marcou a pauta nestes eventos, reivindicando toda a valia do seu surf de competição. Grande nação do surf europeu, não deixou os seus créditos por mãos alheias.

    Desde logo, Portugal conseguiu ficar na fotografia final ao meter dois surfistas na Challenger Series. Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot. Só a França através do seu infindável batalhão de atletas é que conseguiu apurar mais surfistas, isto contando com a divisão dos surfistas espanhóis por comunidades autónomas tal como faz a World Surf League.

    Depois, o surf português saiu também premiado com o facto de Vasco Ribeiro ter garantido na Praia do Paraíso o título europeu da WSL referente ao ano de 2021. Mais uma importante conquista para o novo recordista de títulos nacionais de surf no setor masculino.

    Continuando a escalpelizar o WQS regional europeu, constatamos que dos três eventos realizados em todos eles houve uma vitória portuguesa, sendo que no setor feminino Portugal varreu tudo com as vitórias de Teresa Bonvalot na Caparica e de Carolina Mendes em Pantín. Magnífico!

    O outro triunfo foi alcançado categoricamente por Vasco Ribeiro em Santa Cruz, logo na abertura deste circuito. Tanto no caso de Vasco como de Teresinha estas foram as suas primeiras vitórias da carreira no circuito WQS, enquanto Carol bisou nesta competição, depois da vitória obtida em Zarautz em 2017.

    Outro momento que vincou a excelente fase que atravessa o nosso surf foi a histórica final 100% portuguesa no Caparica Fest. Colocou frente a frente Teresa Bonvalot e a jovem Mafalda Lopes, naquela que foi a primeira final totalmente portuguesa no circuito WQS. E ainda por cima dentro de portas. 

    O circuito WQS regional europeu de 2021 deixou boas sensações ao surf nacional não só para a próxima campanha neste circuito, a começar já em agosto, mas fundamentalmente para a exigente Challenger Series que está quase aí ao virar da esquina. E que bom seria em 2022 termos mais surfistas portugueses junto de Frederico Morais entre a elite do surf mundial. Para já, têm a palavra Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot! 

     

     

     

     

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