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  • O emotivo Surf Ranch Pro de Adriano de Souza
    22 junho 2021
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  • A caminho da reforma, o campeão do mundo de 2015 tem vindo a fazer a sua tournée de despedida do Tour.
  • Ele é um dos melhores surfistas brasileiros de todos os tempos e neste curso de 2021 do World Championship Tour (WCT) está a fazer a sua última temporada a tempo inteiro entre a elite do surf mundial para depois entrar na merecida reforma.

    Falamos do lendário Adriano de Souza, surfista que desde 2006 está nos quadros do WCT e que em 2015 no templo do surf mundial (Pipeline) alcançou o seu único título. Uma conquista bastante emocional, fruto de muito arreganho, e que todos os fãs do surf de competição jamais esquecerão. Outras batalhas. Agora, na natural fase descendente da sua carreira, Adriano tem vindo a fazer a sua tournée de despedida do Tour, onde já surfou mais de 500 heats. Livre das amarras da requalificação para o WCT. Apenas pé no wax e desfrutar da modalidade que o imortalizou. 

    Em cada evento realizado, paulatinamente um bocadinho de Adriano de Souza vai embora. Uma despedida que ficará sempre marcada por não passar pela etapa brasileira do Mundial (Rio de Janeiro), mais uma cortesia da pandemia de Covid-19, mas que ainda assim não deixa de ter os seus momentos marcantes e que atestam bem o legado construído pelo 'Mineiro' na última década e meia, particularmente junto da tropa brasileira.

    Bem se pode dizer que foi Adriano, um dos melhores amigos de Tiago Pires nos seus tempos de WCT, que alavancou a famosa 'Brazilian Storm'. Tempestade que nos últimos anos varreu a divisão máxima do surf mundial, deixando completamente grogue os surfistas provenientes dos Estados Unidos da América e Austrália, duas das grande nações do surf mundial. E no futuro próximo não se cogita a criação de um antídoto para inverter esta tendência, mas isso são contas de outro rosário.

    Voltando a Adriano de Souza, este viveu no Surf Ranch um momento muito especial. Mais um. Não pela sua performance dentro de água, onde ainda assim alcançou um muito positivo quinto lugar (igualou o melhor resultado da época), mas sim pela homenagem que muitos surfistas fizeram a esta verdadeira lenda durante a competição.

    Na hora de saltar para dentro da famosa piscina de ondas artificiais californiana, diversos surfistas brasileiros e também o nosso Frederico Morais envergaram a licra com o nome de Adriano de Souza. A licra de competição que exibe o número 13.

    Um sentido e bonito tributo que estendeu-se ao decano-mor do WCT, Kelly Slater. No dia das finais, Slater trocou a sua licra de competição com Adriano de Souza que preparava-se para entrar em ação. Fê-lo vestindo a licra com o número 11, algarismo que representa o número de títulos mundiais de KS.

    "Ao longo de todos estes anos, sempre olhei para o Kelly como uma referência. Foi a pessoa com quem mais viajei. Estou muito contente por neste meu último ano no Tour o Kelly estar presente e ter a oportunidade de fazer este tributo. É uma sensação incrível", disse o surfista de Guarujá aos microfones da World Surf League (WSL).

    Sem dúvida, um dos grandes momentos desta temporada de 2021 e que uniu um surfista que já leva 49 primaveras e outro que tem 34 anos. Como o tempo passa, não é?

     

     

     

     

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