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  • Vasco Ribeiro e o ataque ao WQS: 'Tive mais tempo de preparação e vou com tudo'
    10 maio 2021
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  • A nível internacional, Vasco Ribeiro entra agora numa importante fase da temporada. Não só dentro do universo WQS, mas também em termos de apuramento olímpico.
  • Em março de 2020 quando as competições da World Surf League (WSL) foram interrompidas por causa do rebentar da pandemia do novo coronavírus, Vasco Ribeiro estava num grande momento de forma no sempre exigente circuito mundial de qualificação (WQS).

    O sonho da tão desejada qualificação para o World Championship Tour (WCT) parecia mais bem encaminhado do que nunca. Agora, mais de um ano depois dessa interrupção e com um novo formato de competição instituído no WQS, Vasco retoma esta terça-feira, dia 11 de maio, a sua caminhada.

    Embalado pela excelente fase que vive na Liga MEO Surf, onde tem encaminhado um histórico quinto nacional, o surfista da Praia da Poça parte em busca, para já, do apuramento para a Challenger Series, fase que permitirá lutar pelo acesso ao Mundial de 2022.

    De 2020 transitam os pontos (7,125) dos três melhores resultados obtidos e o segundo posto do ranking europeu, onde os 10 melhores surfistas seguem para a Challenger Series.

    Na véspera do início do QS3000 de Santa Cruz, o atual líder do ranking nacional esteve um pouco à conversa com o MEO Beachcam.

    Beachcam (BC) - Aos 26 anos sentes que estás numa fase decisiva da tua carreira para acederes ao WCT?

    Vasco Ribeiro (VR) - Acho que sim. Já o ano passado as coisas estavam encaminhadas e a correr bem. Este ano tive mais tempo do que o normal para fazer a preparação e agora é ir com tudo para os campeonatos que se avizinham.

    BC - Como olhas para as alterações efetuadas ao formato do WQS? Achas que houve mudanças no grau de dificuldade para alcançar o Mundial?

    VR - É apenas diferente. Os melhores surfistas vão continuar a estar presentes. Foi a maneira que conseguiram arranjar para as coisas acontecerem e fico muito contente com isso.

    BC - O facto de estares em competição devido à Liga MEO Surf faz com que leves alguma vantagem perante os surfistas estrangeiros, que têm estado mais parados em termos competitivos?

    VR - Venho de três etapas na Liga MEO Surf, o que me permitiu fazer muitos heats. Desta forma, o ritmo dos surfistas portugueses já vai um bocadinho mais à frente dos restantes. Acaba por ser sempre positivo e dá alguma confiança. No entanto, os surfistas não-nacionais também têm muito valor e de certeza que vão estar preparados para a prova, apesar de não terem feito muitos heats.

    BC - Vais também aproveitar estes QS em Portugal para afinar a preparação para o Mundial de Surf ISA, onde vão decidir-se as últimas vagas olímpicas?

    VR - Sim, agora os campeonatos vão ser todos de seguida. E a qualificação para os Jogos Olímpicos é um dos meus objetivos. Portanto, tudo tem de ser levado como um treino, onde estamos constantemente a aperfeiçoar o nível de surf.

     

     

     

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