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  • Guilherme Ribeiro e o QS da Caparica: 'Quero mostrar que sou tão bom como os outros'
    17 maio 2021
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  • O surfista de 19 anos está viver o primeiro ano no qual está '100% dedicado ao surf'. Os estudos ficam, para já, em stand-by.
  • Ele é o homem da terra e o surfista presente no cartaz do evento. Guilherme Ribeiro vai estar esta semana no centro das atenções do "seu" Estrella Galicia Caparica Surf Fest, campeonato que faz parte do WQS regional europeu.

    Um momento que Gui não esconde ser muito especial para si. "Desde pequenino que surfo na Costa de Caparica. Acompanhei todos os campeonatos nacionais e internacionais que aconteceram neste local mágico", começou por dizer na conferência de apresentação do evento com estatuto QS3000 para o lado masculino.

    Apesar de competir no mar que conhece como ninguém, Guilherme diz que "não tem nenhum resultado em mente". O objetivo passa simplesmente por "chegar o mais longe possível, desfrutar ao máximo desta experiência e mostrar que sou tão bom como os outros".

    Aos 19 anos de idade, o surfista da Caparica está a viver a sua primeira temporada como sénior. Pela primeira vez desde que faz surf e compete vai estar "100% dedicado" à modalidade que tanto adora.

    Em stand-by ficam para já os estudos. "Terminei o 12º ano e entrei na faculdade para o curso de Matemática Aplicada à Gestão de Risco, mas acabei por congelar a matrícula. Pela primeira vez vou ter um ano 100% dedicado ao surf. Quero experimentar e ver como é que corre", disse em conversa com o MEO Beachcam.

    Esta é uma época na qual Guilherme Ribeiro tem como "principais objetivos a Liga MEO Surf e os eventos QS. Nestes últimos não tenho nenhum objetivo em mente, apenas avançar o máximo que conseguir em todos eles".

    No entanto para a campanha de 2022 no WQS regional europeu fica já feito o aviso à navegação. "Aí a conversa já será outra, pois pretendo atacar os 10 primeiros e consequentemente a qualificação para a Challenger Series."

    Sem arriscar uma previsão sobre quando espera alcançar a elite do surf mundial, pois ainda "tem muito tempo pela frente", Guilherme Ribeiro vê com bons olhos as alterações efetuadas no circuito mundial de qualificação (WQS) da World Surf League (WSL).

    "O formato do WQS mudou e para mim acho que acaba por ser mais confortável, pois tenho mais oportunidades. Acho que antigamente para chegar aos eventos QS10000 e estar no top 100 mundial era muito mais difícil. Agora com os eventos regionais estou a competir diante de surfistas que já conheço o seu nível desde os escalões mais jovens e com os quais já competi várias vezes", explicou.

     

     

     

     

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