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  • Mick Fanning: 'Surfistas internacionais não vão ser prejudicados pela quarentena na Austrália'
    05 março 2021
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  • Por causa do atual contexto pandémico, os surfistas internacionais terão de cumprir um obrigatório período de quarentena.
  • Segundo informação disponibilizada pela World Surf League (WSL) no seu site, aquando do anúncio dos problemas físicos de Kelly Slater, é já amanhã que irá partir de Los Angeles, nos Estados Unidos da América, rumo a Sydney, na Austrália, o avião que vai transportar os surfistas internacionais para o território 'aussie'.

    Será aí que terão lugar as próximas quatro etapas do Mundial de Surf, entre os meses de abril e maio. Uma vez chegados à Austrália e por causa do atual contexto pandémico, os surfistas internacionais terão de enfrentar um longo período de quarentena (14 dias) num hotel, situação que naturalmente impossibilitará os treinos dentro de água.

    Às portas da retoma da competição, está poderá constituir-se como uma situação desvantajosa face aos surfistas australianos que por estarem no seu território não têm qualquer tipo de restrição à mobilidade.

    Uma opinião que, no entanto, não é partilhada pelo consagrado Mick Fanning. "São apenas duas semanas sem atividade para atletas que estão a surfar desde sempre. Ninguém vai morrer. Pode não haver surf, mas os surfistas podem ter acesso a equipamentos de ginásio de forma a manterem alguma atividade. Depois, podem sempre ver vídeos e tirar algum tempo para estarem apenas concentrados neles próprios e não fazerem rigorosamente nada", disse o tricampeão do mundo de surf ao podcast 'Getting Heated' da WSL.

     

     

     

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