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  • Kolohe Andino é contra o novo formato do WCT: 'Estão a tornar o surf algo corporativo'
    12 março 2021
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  • O surfista norte-americano considera que o modelo adotado não irá premiar o melhor surfista do mundo, mas sim que estiver num dia bom.
  • Para esta temporada de 2021, a World Surf League (WSL) introduziu um novo formato no que diz respeito à atribuição dos títulos máximos do surf mundial.

    Ao contrário do que vinha a ser regra, desta feita tudo será decidido através de um surf-off a realizar na onda californiana de Trestles, entre os dias 8 e 17 de setembro de 2021.

    Para este evento decisivo, 'Rip Curl WSL Finals', serão apurados os cinco melhores surfistas durante a 'época regular' do World Championship Tour (WCT), que para já é composta por nove eventos.

    Uma solução competitiva que naturalmente agrada a uns e desagrada a outros. Entre aqueles que estão de acordo encontra-se John John Florence, enquanto outros não escondem o seu desagrado. Dentro deste lote estão incluídos Gabriel Medina e Kolohe Andino, que é o mais recente atleta a tomar essa posição.

    Em entrevista concedida ao programa brasileiro 'Série ao Fundo', o surfista norte-americano mostrou-se descontente com a atribuição de títulos num único dia de competição, como é caso do modelo adoptado pela WSL, bem como da prova olímpica de surf de Tóquio'2020, evento no qual Kolohe também estará presente.

    "É um modelo que será grandioso para estiver presente e em especial para o vencedor. Antes desta mudança, acreditava que o título mundial de surf tinha um grande significado. Isto porque competíamos durante um ano na Austrália, Taiti, Pipeline, Europa e América do Sul, pelo que o vencedor no final da época era mesmo o melhor surfista do mundo", entende Kolohe Andino.

    "Agora, seja um evento único em Trestles, os Jogos Olímpicos ou uma competição numa piscina de ondas, estas são provas que não decidem quem é o melhor surfista do mundo. Vão sim premiar quem está num dia bom. De certa forma, estão a tornar o surf algo corporativo e isso, no meu entender, não é positivo. Perante tudo isto, estou a tentar manter-me entusiasmado", confidenciou o surfista de 26 anos.

     

     

     

     

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