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  • Frederico Morais aprimorou técnica de surfar tubos para enfrentar Pipeline
    20 novembro 2020
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  • O novo campeão nacional de surf diz estar ansioso, mas preparado para o regresso ao Championship Tour. 'Vai saber muito bem regressar ao circuito mundial', garante.
  • Foi bem cedo nesta manhã de sexta-feira, dia 20 de novembro, que Frederico Morais deixou Lisboa rumo ao Havai, mais concretamente ao North Shore da ilha de Oahu.

    Será nesse idílico cenário que partir do dia 8 de dezembro, o surfista português participará no Billabong Pipe Masters, prova de abertura da temporada de 2020/2021 do Mundial de Surf e que marca o regresso do atleta luso à elite do surf mundial.

    Na companhia de Kikas foi o seu treinador, Richard 'Dog' Marsh e ainda o nipónico Kanoa Igarashi, top do Championship Tour e que passa largos períodos do ano em Portugal.

    Quando chegar ao Havai, o novo campeão nacional de surf terá pela frente a tubular onda de Pipeline, local onde nem sempre os seus resultados foram os mais fortes. No entanto, nos últimos tempos, Frederico apostou forte na preparação do mítico evento havaiano que vai este ano para a sua 50ª edição.

    "A expectativa é ótima, tenho sempre de acreditar no melhor. Aproveitei o outono para treinar a técnica do tubo, andar dentro do tubo e senti-me cada vez mais à vontade. Espero conseguir mostrar isso nas baterias em Pipeline", confidenciou Frederico Morais em declarações concedidas à agência noticiosa Lusa.

    Ao contrário das épocas anteriores, onde era a última prova do calendário, desta vez o Pipe Masters irá abrir as hostilidades da nova temporada.

    Perante tal cenário, o atleta de 28 anos não esconde que é "diferente, obviamente, mas acho que sabe bem começar em grande, como sabe bem acabar em grande, em Pipeline. É uma onda superdesafiadora, a 'meca' do surf internacional, e vai saber muito bem regressar à água e ao circuito mundial, qualquer que fosse a onda".

    Ainda em Lisboa, Frederico Morais confidenciou que após a conclusão do Pipe Masters "em princípio" irá permanecer em território havaiano devido ao atual contexto pandémico e por ser a zona onde está condensada a primeira fase da época. Isto significa que terá de passar a quadra natalícia longe dos seus.

    "Em princípio, não conseguirei regressar a Portugal depois da prova. Terei de ficar no Havai para a segunda etapa e, depois, para a terceira, em São Francisco. Vão ser uns longos meses fora de casa. Ainda bem que deu para aproveitar o tempo com a família, em Portugal, porque agora vão ser três meses fora de casa, o que não é fácil, mas faz parte e estou ansioso por voltar a competir ao mais alto nível", admitiu.

    Por último, Frederico referiu que apesar do delicado momento sanitário que o mundo atravessa a sua "rotina tem sido o mais perto possível do normal, obviamente respeito as restrições, mas tenho surfado bastante, em ótimas ondas. Tenho procurado as que mais se assemelham a estas primeiras etapas do circuito mundial, no Havai, e tenho complementado todo o treino com a parte física, no ginásio. Sinto-me bem, sinto-me preparado".

     

     

     

     

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