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  • Foi há um ano que Frederico Morais venceu o Hawaiian Pro e fez história
    24 novembro 2020
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  • Pela primeira vez um surfista português cantou vitória num evento QS10000 do circuito mundial de qualificação. Uma gesta que consumou o regresso de Kikas a tempo inteiro ao WCT.
  • Se Frederico Morais está por estes dias no North Shore da ilha de Oahu, no Havai, prestes a arrancar a sua participação na temporada de 2021 do World Championship Tour (WCT), muito se deve ao que fez precisamente na meca do surf mundial há um ano atrás.

    O dia 24 de novembro de 2019 ficará para sempre guardado no livro de ouro do surf nacional, pois foi a data em que pela primeira vez um surfista português conseguiu vencer um evento QS10000 do circuito mundial de qualificação.

    Cortesia de um rapaz chamado Frederico Morais no Hawaiian Pro, em Haleiwa, etapa que deu o pontapé de saída para mais uma edição da emblemática Triple Crown havaiana.

    Emaranhado na extenuante luta por um lugar no WCT, de onde tinha saído no final de 2018, Kikas apresentou-se ao serviço em Haleiwa muito determinado ou não trouxesse na bagagem as vitórias no QS3000 de Santa Cruz e no QS6000 dos Açores para além de ter colocado Portugal na rota dos Jogos Olímpicos de Tóquio'2020.

    Como tal, o tricampeão nacional de surf exibiu a sua melhor versão desde a primeira onda surfada em Haleiwa.

    Frederico foi galgando ronda após ronda e nesta sua marcha vitoriosa deixou para trás surfistas do WCT como Ryan Callinan, o campeoníssimo Kelly Slater, Michel Bourez, Leo Fioravanti, estes últimos dois na final, e ainda atletas de hierarquia como são o caso de Nat Young, Ethan Ewing e o jovem sul-africano Matthew McGillivray, este também desfeiteado no heat de todas as decisões.

    Aí, apesar do equílibrio, o português tomou a dianteira na primeira metade do heat e não mais largou essa posição até a buzina tocar e sair da água levado em ombros pelo italiano Leo Fioravanti e um loiro Vasco Ribeiro, duas figuras muito próximas a Kikas.

    Estava dado o golpe que consumou o regresso a tempo inteiro do atleta de Cascais à elite do surf mundial, onde esteve em 2017 e 2018.

    Uma gesta grandiosa, mas que para Frederico Morais não viria a ficar por aqui. Isto porque poucos dias depois, em Sunset Beach onde até perdeu de primeira, o luso viria a proclamar-se como campeão do duríssimo World Qualifying Series (WQS), naquela que foi a primeira vez que um surfista português conquistou o circuito mundial de qualificação para o WCT.

    Sucesso atrás de sucesso e que catapultou Kikas para um lugar do qual vai começar a desfrutar dentro de poucos dias e logo em Pipeline, a onda rainha do surf mundial.

     

    PS: Só ficou a faltar o triunfo absoluto na Triple Crown, mas Fred não te rales com isso..

     

     

     

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