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  • A um passo do CT e com ligação a Portugal, australiano é o rookie da Triple Crown
    09 dezembro 2019
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  • Atualmente no 11.º posto do ranking do WQS e dentro do cut, Cibilic necessita que o brasileiro Deivid Silva, atual 21.º do ranking do WCT, se mantenha no top 22 mundial.
  • Chama-se Morgan Cibilic e é uma das grandes revelações da temporada 2019. Para muitos poderia ser um perfeito desconhecido até este ano, mas o jovem australiano teve uma grande segunda metade de ano, fazendo bons resultados na Europa e criando uma forte ligação com Portugal. Agora, com o WQS já terminada, vai estar muito atento ao Pipe Masters, para perceber se já ninguém lhe tira a última vaga de acesso ao CT 2020.

    A juntar a isto, Cibilic junta ainda um dos mais desejados títulos para jovens surfistas, o de rookie do ano da Triple Crown, algo que o português Frederico Morais também alcançou no início da carreira. Para tal feito, Cibilic superou os 23 surfistas que se estrearam em 2019 na Triple Crown havaiana, graças a um 25.º posto em Haleiwa e um 13.º em Sunset Beach.

    “É um sentimento incrível”, começou por dizer Cibilic após o fim da etapa de Sunset. “Vim para cá e estabeleci como principal objetivo ser o rookie do ano. De certa forma, queria tirar da mente a pressão da qualificação para o WCT. Ainda não estou confirmado, mas acabei por tirar alguma pressão de cima dos ombros”, frisou Cibilic.

    Atualmente no 11.º posto do ranking do WQS e dentro do cut, Cibilic necessita que o brasileiro Deivid Silva, atual 21.º do ranking do WCT, se mantenha no top 22 mundial, garantindo assim a dupla qualificação e abrindo vaga para o jovem australiano. Caso contrário, Cibilic ficará cortado do top 10, tendo de se contentar com uma vaga de substituto para 2020.

    Depois de uma primeira metade da temporada dedicada sobretudo aos QS1000 australianos e sem resultados expressivos nas provas mais importantes, o primeiro aviso de Cibilic surgiu no US Open, onde terminou no 17.º posto. Depois seguiu-se um 3.º posto no QS10000 de Pantín e um 9.º lugar na Ericeira, acabando por ascender ao cut com a prestação no Havai.

    Antes da chegada ao Havai, Cibilic andou várias semanas por Portugal, não só a competir. Depois de ter estado nos Açores e na Ericeira, o jovem aussie andou a surfar as ondas da nossa costa com alguns dos amigos portugueses que foi fazendo no WQS, sobretudo Pedro Coelho.

    Resta agora esperar pelo desfecho da temporada para perceber se o ano de 2019 vai terminar em glória para Morgan Cibilic, que nunca conseguiu ficar no topo dos ranking juniores e que no ano passado fechou a temporada fora do top 100 mundial, mas que agora vive uma ascensão meteórica. E aos 20 anos pode ter o Mundo pela frente…

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