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  • Kelly Slater de vermelho em J-Bay mais de 2 anos depois
    26 junho 2019
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  • Após duas épocas marcadas por várias lesões ou problemas físicos, Slater tem estado bastante ativo em 2019 e ainda não falhou qualquer etapa.
  • Após a intensa e emocionante etapa do Rio de Janeiro, o World Tour vai rumar a todo o gás para Jeffreys Bay, na África do Sul. A mítica direita recebe a sexta etapa da temporada e aquela que marca o meio do circuito. Apesar de ainda não haver novidades quanto à possibilidade de Frederico Morais entrar em prova, o heat draw já foi revelado e o que mais salta à vista é o facto de Kelly Slater ter voltado a ser top seed.

    Após duas épocas marcadas por várias lesões ou problemas físicos, Slater tem estado bastante ativo em 2019 e ainda não falhou qualquer etapa. Nem mesmo a do Brasil, onde sempre encontrava uma lesão de última hora para não ir. Depois de começar a temporada com o seeding mais baixo e a vestir de branco, após dois wildcards por lesão recebidos em anos consecutivos, Slater parece estar aos poucos a encontrar o seu ritmo.

    Apesar de no Rio não ter passado do 9.º posto, a verdade é que o rei já conseguiu bons resultados esta temporada, nomeadamente um 3.º lugar em Bali e um 5.º em Bells. Feitas as contas vai para J-Bay numa prometedora 7.ª posição, à frente, por exemplo, do campeão mundial em título, o brasileiro Gabriel Medina (8.º), ou do vice-campeão mundial do ano passado, o australiano Julian Wilson (9.º).

    A cerca de 15 mil pontos de distância do líder John John Florence e praticamente a 10 mil da concorrência que prossegue o havaiano no ranking, Slater está longe das contas pelo título mundial, mas continua a apresentar dados positivos e a verdade é que em Jeffreys vai mesmo vestir de vermelho. Algo que já não acontecia há mais de 2 anos – falamos, obviamente, da ronda inaugural, porque após a 3.ª ronda a cor da lycra torna-se aleatória.

    Só após o 3.º posto em Bali, Kelly conseguiu trocar a lycra branca pela azul, aumentado o seeding, e só demorou mais dois etapas para regressar ao lote de cabeças-de-série, onde é o 11.º da lista liderada por John John. A última vez que tal tinha acontecido foi em junho de 2017, na já extinta etapa das Fiji. Desde então as lesões colocaram-no fora de competição durante largos períodos de tempo.

    Posto isto, resta dizer que o 11 vezes campeão mundial irá ter pela frente na estreia no J-Bay Open o havaiano Seth Moniz e o compatriota Griffin Colapinto. A dúvida agora passa por perceber se a lista de heats será ou não alterada, isto porque ainda há surfistas em dúvida. O italiano Leo Fioravanti já está de fora, abrindo vaga para Caio Ibelli.

    Já Mikey Wright e John John Florence ainda se encontram no draw, mas há bastantes rumores quanto a possibilidade de não poderem competir. Isso abriria automaticamente a vaga a Kikas para competir numa etapa onde já foi finalista. E há ainda mais dois wildcards em jogo, sendo que um deles será para o vencedor dos trials locais.

     

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