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  • WSL avança com prova histórica em África
    20 novembro 2018
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  • Açores, Sri Lanka e Fernando Noronha podem ser alguns dos regressos ao circuito em 2019.
  • A temporada de 2018 ainda não terminou, mas a WSL já está a preparar a próxima época. E no calendário provisório de provas para 2019, como já vem sendo habitual, traz algumas novidades. Contudo, este ano há uma que se destaca das demais, por prometer fazer história: o circuito WQS poderá ter uma prova no Ocidente de África pela primeira vez.

    Além das muitas provas que tem na África do Sul e de uma etapa anual em Marrocos, a WSL não tem mais qualquer evento por África, um dos destinos mais sagrados do surf mundial. Agora, tudo pode mudar, pois está programado um QS1500 para o Senegal. E já para final de janeiro - de 23 a 27.

    O Senegal Pro é ainda um evento com estatuto de tentativa, pelo que falta a confirmação oficial de que vai mesmo fazer parte do calendário. A realizar-se, será um QS1500, com prova masculina e feminino, e decorrerá nas ondas de Sufers Paradise, em Dakar, na capital senegalesa. Este será, certamente, um passo importantíssimo no desenvolvimento do surf local.

    Além desta grande novidade, existem outros pontos de destaque neste calendário provisório que já está disponível no site da WSL. O regresso do WQS a Fernando de Noronha, no Brasil, com um QS3000, é uma das boas surpresas, tal como um possível regresso do QS6000 do Sri Lanka, que já é anunciado há três anos consecutivos, mas que ainda não se consumou.

    Quem também deverá estar de regresso é o QS6000 dos Açores, depois de este ano ter dado lugar ao Mundial Masters. Pantín também regressará ao estatuto QS6000 nos homens. Outra das novidades será a realização de um QS6000 em Itamambuca (São Paulo), no Brasil. Por fim, salta ainda à vista a realização de um QS1500 no Panamá, em outubro.

    Além dos Açores, Portugal continuará a ter o QS6000 de Santa Cruz e o QS1000 da Caparica, além de duas etapas do Pro Júnior (Caparica e Espinho) e, para já, só uma de Longboard (Espinho), além da etapa do CT em Peniche, que no próximo ano também será feminina.

    Já no calendário feminino a grande novidade, passa por surgirem dois campeonatos com graduação QS10000, algo que só acontecia até agora no circuito masculino. O Vans US Open, que saiu do WWT, e Pantín, na Galiza, serão assim as principais provas do ano. Isto caso se confirme este primeiro cenário avançado, que, como já referimos, ainda carece de confirmação.

     

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