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  • Margaret River Pro pode mudar de local
    20 julho 2018
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  • Oposição dos surfistas locais é uma forte barreira a ser ultrapassada pela WSL.
  • A revista australiana “Tracks” está a avançar esta sexta-feira que a WSL e a organização do Margaret River Pro estão a estudar a mudança de local para a etapa do World Tour que tradicionalmente decorre no Oeste australiano. Ao que tudo indica, em cima da mesa está a possibilidade de o campeonato se mudar para Kalbarri ou mesmo Gnaraloo.

    A organização procura uma alternativa a Margaret River, depois de o evento de este ano ter sido adiado e posteriormente terminado em Uluwatu, na Indonésia, devido à presença de tubarões no pico. Assim, o evento manter-se-ia no Oeste australiano, mas mudando de paragens.

    No entanto, a mesma revista conseguiu acesso a uma fonte local, que garante que o processo não será fácil, uma vez que os surfistas locais não estão muito recetivos a esta mudança. Segundo a mesma publicação, Tim Thirsk, organizador do Margaret River Pro e Dustin Majak já se reuniram com os responsáveis do município de Northampton Shire e também com membros do Kalbarri Boardriders club.

    A primeira opção em cima da mesa seria colocar o campeonato no Jake’s Point em Kalbarri, uma esquerda oca que se situa a mais de 500 km a norte de Perth. Mas a lute prevê-se longa. Primeiro porque o clube local já colocou em cima da mesa algumas objeções. Depois, uma fonte anónima do mesmo clube garantiu à “Tracks” que estão a tentar ver as opções que têm para evitar que o campeonato lá aconteça.

    Entretanto, surgiu a informação que outra alternativa é o mítico pico de Gnaraloo, um dos maiores tesouros do oeste australiano. Um pico escondido algures no deserto da WA. Uma esquerda tubular onde já esteve em “missão” o “nosso” Nic von Rupp, juntamente com o localíssimo Ry Craike.

    Contudo, aqui também deverá existir forte resistência dos surfistas locais. Eles que em 2007 foram tiveram grande responsabilidade na decisão do Rip Curl The Search não se realizar ali mesmo em Gnaraloo, depois de retirarem o apoio à realização do evento. Resta perceber se, desta vez, a WSL e as organizações locais têm o poder de convencer os surfistas “da casa”, levando o Tour para alguns dos spots mais inóspitos da região do oeste australiano.

     

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