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  • Margaret River Pro em risco de ser cancelado
    17 abril 2018
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  • Call desta quarta-feira foi adiado em três horas, numa altura em que se fala numa reunião entre WSL e surfistas para avaliar a possibilidade de terminar o evento de forma antecipada.
  • O futuro do Margaret River Pro pode estar em risco, depois dos recentes ataques de tubarão que aconteceram no Oeste australiano e que lançaram o alerta geral entre os surfistas do World Tour. Depois de os incidentes registados terem contribuído para um dia de pausa na terceira etapa do Tour, esta quarta-feira os surfistas irão decidir em conjunto se a prova irá continuar ou não.

    A notícia é avançada pelo site da “Stab Magazine”, que dá conta de uma reunião marcada entre surfistas e WSL, com a possibilidade do cancelamento da etapa a estar em cima da mesa. Se tal acontecesse os surfistas que ainda estão em prova terminariam todos no 13.º posto. Esta é uma realidade cada vez mais especulada entre vários meios, sobretudo depois das queixas nas redes sociais por parte de alguns dos surfistas da elite mundial.

    A West OZ já é tradicionalmente famosa pelos casos registados de ataques de tubarão e depois destes dois últimos incidentes o alarme tornou-se ainda mais audível. Além destes dois ataques que envolveram surfistas, começaram a surgir imagens de John John Florence a surfar uma onda em que se vê uma sombra, que muitos afirmam ser de tubarão. O episódio ocorreu logo na ronda inaugural.

    Entretanto, Jay Davies, famoso tube rider local que já brilhou em Margaret River como wildcard, juntou-se à discussão e aconselhou a WSL a cancelar o evento, frisando que essa seria a “decisão mais inteligente e segura”. Caso contrário, Davies acredita que a WSL estará a “brincar com o fogo”.

    Ao contrário de Gabriel Medina e Italo Ferreira, que publicaram ontem mensagens nas redes sociais a dar conta do descontentamento com a situação, mostrando-se mesmo insatisfeitos por terem de competir no oeste australiano, Jordy Smith parece ser o único alheio a toda esta situação, uma vez que esteve 40 minutos a surfar durante o dia de ontem.

    Deve estar por horas um comunicado da WSL. Até porque o facto de o call para hoje estar marcado para as 10 horas locais – três horas mais tarde que o habitual -, denota que a realização da reunião com os surfistas será mesmo uma realidade. Resta esperar pelas cenas dos próximos capítulos, que devem estar mesmo aí a rebentar.

     

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