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  • Alex Botelho na elite mundial das ondas grandes
    01 março 2018
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  • Big rider algarvio terminou no 8.º posto do ranking e vai suceder a João de Macedo no circuito.
  • Terminou na quarta-feira o período de espera do Big Wave Tour 2017/2018, com a WSL a anunciar os havaianos Billy Kemper e Paige Alms como campeões mundiais masculino e feminino, respetivamente. O melhor português foi Alex Botelho, que terminou no 8.º posto do ranking. Um lugar que lhe garante a entrada na elite mundial para 2018/19.

    O 5.º lugar alcançado no Puerto Escondido Challenge, no México, onde só foi travado na final, e o 7.º lugar alcançado já este mês no Nazaré Challenge ajudaram o big rider algarvio a terminar dentro do top 10. Algo que lhe garante a entrada na elite mundial das ondas grandes, sucedendo ao colega João de Macedo, que não conseguiu segurar o seu lugar no circuito, como representante nacional no BWT.

    A única prova que ficou por realizar foi a de Mavericks, na Califórnia, após não terem sido reunidas as condições do mar até ao limite do período de espera do BWT. Apesar de a WSL apenas ter oficializado os títulos mundiais de Kemper e Alms, a confirmação do elenco do BWT para a próxima temporada deverá estar por horas e o nome de Alex Botelho será um dos presentes. Resta saber se existir mais alguma vaga para big riders portugueses, sobretudo através de wildcards.

    Nas contas do título, apesar de não ter vencido nenhum evento Billy Kemper conseguiu alcançar o título. Um 2.º lugar na Nazaré, outro em Jaws e ainda um 4.º posto em Puerto Escondido foram a receita do sucesso. Kemper superou o compatriota Kai Lenny, que venceu em Puerto Escondido, mas acabou por conseguir “apenas” o 4.º posto na Nazaré e Jaws.

    “Este é o melhor sentimento que tenho em muito tempo”, começou por dizer Kemper à WSL. “Tem sido um ano muito emocional para mim, cheio de altos e baixos. A seguir Puerto Escondido tivemos o nosso segundo filho, nasceu com um mês de antecedência, mas veio bem e saudável. No entanto, nessa mesma altura a minha mãe começou a batalhar contra um cancro em fase 4. A quimioterapia não funcionou. É algo que não desejo a ninguém. Este título é dela. A minha mãe é a campeã do Mundo”, frisou o big rider havaiano, de 27 anos.

    Os havaianos foram os grandes dominadores do circuito, com Ian Walsh a fechar o top 3. No 4.º posto ficou ainda Makua Rothman e no 5.º o brasileiro Lucas Chianca, vencedor da etapa da Nazaré. Já no circuito feminino a vice-campeã também foi havaiana, com Keala Kennelly a ficar logo atrás de Paige Alms, que revalidou o título alcançado no ano passado. Destaque ainda para o 3.º posto alcançado pela francesa Justine Dupont.

     

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