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  • Navio que transportava combustível incendiou-se ao largo da Foz do Douro
    21 março 2023
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  • Fotografia
    Marinha Portuguesa
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    Redação
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  • O incêndio terá deflagrado na casa das máquinas do navio-tanque, que está a ser rebocado para uma zona afastada da costa.
  • Na tarde desta terça-feira, o navio Greta K que transportava combustível incendiou-se ao largo da Foz do Douro, na cidade do Porto.

    Proveniente do porto de Sines, o navio-tanque com bandeira de Malta dirigia-se para o porto de Leixões, em Matosinhos, onde deveria ter dado entrada pelas 15h00.

    Em comunicado, a Marinha informa que o alerta foi dado por volta das 15h30 para o “Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) de Lisboa, da Marinha” para um “incêndio no navio-tanque Greta K, com bandeira de Malta, que se encontrava a navegar a cerca de uma milha e meia de costa, cerca de três quilómetros, junto à praia dos Ingleses, na Foz do Douro, com 19 pessoas a bordo, todas de nacionalidade filipina”.

    "A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), que tinha a bordo um piloto de barra no apoio ao navio que se dirigia para Leixões, conseguiu rapidamente colocar no local três navios-rebocadores a ajudar no combate ao incêndio. Também o Capitão do Porto do Douro e de Leixões empenhou duas embarcações da Estação Salva-vidas de Leixões", pode ler-se no texto publicado pela Marinha no seu sítio oficial de internet.

    Com o incêndio ainda ativo, 12 dos 19 tripulantes do navio Greta K foram "resgatados por embarcações das Estações Salva-vidas de Leixões, da Póvoa de Varzim e do Comando-local da Polícia Marítima de Leixões". Os restantes "sete tripulantes mantiveram-se a bordo”. Não há registo de feridos, até ao momento.

    A embarcação tem a "bordo gasóleo e combustível destinado a aviões (jet fuel)", mas "não tem crude”. O comunicado adianta ainda que o navio está a ser “rebocado para uma zona afastada de costa”.

    Segundo Adriano Bordalo e Sá, hidrobiólogo e investigador do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, o "incêndio deflagrou na parte de trás do barco, ou seja, na ré, onde está a casa das máquinas. Tudo indica que efetivamente o incêndio deflagrou na casa das máquinas, sem atingir os tanques de combustível".

    Questionado pela agência noticiosa Lusa sobre se tem conhecimento se houve algum derrame para o mar, Bordalo e Sá afirmou que caso tenha ocorrido algum derrame este foi "muito limitado".

    Entretanto, a Autoridade Marítima Nacional está a reforçar o material e as equipas de combate à poluição para a eventualidade de algum foco de poluição, enquanto o Instituto Hidrográfico, da Marinha, também se encontra a acompanhar a situação para a eventual necessidade de cálculo da deriva, em caso de foco de poluição, acrescenta o comunicado da Marinha.

     

     

     

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