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  • Queria regressar ao top 16 e fechou em 4º do ranking: Amaury Lavernhe foi um dos grandes do Mundial 2022
    15 novembro 2022
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  • Fotografia
    João Araújo/Sintra Portugal Pro
  • Fonte
    Redação
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  • Aos 37 anos de idade, Moz mostrou que continua aí para as curvas, com muito surf para dar num circuito mundial revigorado.
  • A história do circuito mundial de bodyboard masculino é amplamente dominada por um careca, de seu nome Mike Stewart. O Greatest Of All Time (GOAT), que em português significa o melhor de todos os tempos, granjeia o estatuto de bodyboarder mais laureado da história, com os seus incríveis oito títulos mundiais. Estes foram conquistados na década de 80 e 90 do século passado.

    No entanto, há um outro bodyboarder careca que também goza de um lugar muito especial na história da modalidade concebida pelo saudoso Tom Morey. Em 2010, o francês Amaury Lavernhe tornou-se no primeiro bodyboarder europeu a sagrar-se campeão do mundo. Uma proeza e tanto, que voltou a repetir quatro anos depois, já o hexágono tinha um outro campeão mundial, no caso Pierre-Louis Costes (2011 e 2016).

    Hoje em dia, com 37 voltas ao sol completas, Lavernhe tem outras prioridades no seu quotidiano. Diz que não tem vida para estar 100% focado no Mundial. É pai, portanto não quer deixar de acompanhar de perto o crescimento dos seus rebentos.

    Ainda assim, sempre que o bichinho da competição desperta, Moz veste a licra e aparece no Tour, seja em bodyboard ou na variante de dropknee. Este ano, que marcou o regresso do Mundial ao ativo após longa paragem, Amaury Lavernhe tinha em mente um objetivo modesto, dado o seu passado e que mostra bem como as suas prioridades passaram a ser outras. Queria chegar ao final da campanha novamente como top seed, isto é, dentro do top 16 mundial. 

    Essa meta foi conseguida com plena distinção, de tal forma que este francês nascido em Poitiers, uma terra que nem sequer tem mar, fecha o ano como uma das grandes figuras do circuito mundial que coroou Tristan Roberts como bicampeão mundial. 

    E foi precisamente diante de Tristan, na primeira etapa da época em Arica, que Amaury Lavernhe plasmou uma das melhores exibições da história do bodyboard de competição. Na final, o competidor europeu arrasou o rival sul-africano com duas notas máximas (!), que completaram um dia no qual conseguiu pelo menos uma onda de 10,00 pts nos três heats que surfou. Estrondoso! 

    De Arica, Amaury saiu como líder do ranking mundial. Não foi à etapa seguinte em Iquique para defender a liderança porque lá está, as prioridades são outras. No entanto, aquela demonstração de força foi o mote para uma temporada em que Lavernhe sorriu pelas suas exibições, mas também pelo facto de estar inserido num Mundial de cara lavada e que mostrou pujança debaixo do comando da International Bodyboarding Corporation (IBC).

    Nas restantes etapas, não voltou a vencer, mas deixou a sua marca. Na estreante etapa das Maldivas, o bodyboarder francês foi o finalista vencido tanto em bodyboard como em dropknee, sempre às custas de um outro veterano, Dave Hubbard. Vingou-se mais tarde no Sintra Portugal Pro ao derrotar o recém-coroado campeão Hubb na final, sendo o único que conseguiu superar o lendário havaiano em toda a temporada. 

    Olhando para trás, a Lavernhe talvez tenha ficado a faltar mais um triunfo no Frontón, onde é o atual recordista de vitórias. Contudo, o já campeão Tristan Roberts travou esse intento nas meias-finais.

    Contas feitas, Moz encerrou a temporada de 2022 como vice-campeão mundial de dropknee e no quarto posto do ranking em termos de bodyboard. Em ambas as especialidades foi o melhor europeu. Nada mau! E só queria voltar ao top 16...

     

     

     

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  • Amaury Lavernhe
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  • IBC World Tour
  • Circuito Mundial de Bodyboard
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  • Fotografia
    João Araújo/Sintra Portugal Pro
  • Fonte
    Redação
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