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  • Alys Barton, a antiga ginasta que virou campeã europeia júnior de surf
    03 agosto 2022
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  • Fotografia
    European Surfing Federation/WSL
  • Fonte
    Redação
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  • A jovem Ally B viveu um mês de julho inesquecível.
  • O Eurosurf Júnior'2022 já lá vai, mas muito houve para contar sobre aqueles longos dias de competição na Praia do Mirante, em Santa Cruz. Ali, estiveram em ação jovens competidores que procuram tornar-se surfistas profissionais e consequentemente ser as referências da modalidade no futuro. Não só do espaço continental, mas quem sabe também à escala planetária.

    Em termos coletivos, a seleção de 'nuestros hermanos' foi aquela que levou para casa o caneco, mostrando todo o trabalho que tem vindo a desenvolver nos escalões de formação do seu surf. Porém, houve uma outra nação que esteve em grande plano no Oeste português. Falamos da Seleção Nacional Júnior de Inglaterra.

    Em termos individuais, nenhum outro país mordeu mais medalhas de ouro do que os espanhóis e os britânicos. Foram três no total, número que representa uma taxa de sucesso de 50%, pois estavam em jogos seis títulos individuais, entre surf e longboard.

    Esta foi uma prestação de excelência por parte do conjunto inglês, que acariciou o pódio coletivo. Foram apenas 106 pontos que separaram o pódio dos comandados do experiente longboarder Ben Skinner. 

    Uma das surfistas que contribuiu decisivamente para este desempenho foi Alys Barton. A pequena surfista, tem apenas 1,62 metros de altura, sagrou-se campeã europeia júnior de surf na categoria Sub-18, onde a "nossa" Gabriel Dinis alcançou o bronze.

    Depois de um discreto 25º lugar no também recente Mundial Júnior ISA de El Salvador, Ally B chegou ao ouro na prova continental do seu escalão.

    Uma conquista que surgiu na sequência de uma campanha em que foi forçada a passar pelo caminho das repescagens. Nada que atrapalhasse o percurso de Barton, que uma semana antes já havia dado sinais de estar a atravessar um excelente momento de forma, o melhor da sua ainda curta carreira. Um mês de julho inesquecível, aquele que viveu.

    Mais a norte na Península Ibérica, na Galiza, Alys estreou-se em finais nas provas da World Surf League (WSL) e logo num campeonato com bastante pedigree. Foi finalista vencida do Pantín Classic Galícia Pro, tendo sido derrotada na final pela portuguesa Teresa Bonvalot, surfista que considera uma "inspiração". Este foi um resultado forte e quem sabe se não poderá vir a alavancar a campanha da britânica no QS regional europeu 2022/2023 rumo ao apuramento para a Challenger Series de 2023.

    Ainda teenager, completou 18 primaveras em abril último, Alys Barton chegou tarde ao surf. Foi somente aos 13 anos de idade que começou a surfar. Antes, era ginasta. Para além de tocar clarinete. Sem dúvida, esta foi uma mudança brusca em termos desportivos, mas que depois de um natural período de adaptação parece estar agora a colher os seus frutos. 

    Antes destes dois brilharetes, a atual campeã britânica Open e de Sub-18 não tinha grandes resultados de relevo na esfera WSL, seja no Pro Júnior ou entre as mais graúdas. O maior destaque foi o nono posto no caseiro Roxy Open de 2019, prova conquistada pela amiga Yolanda Hopkins. 

    Roxy Open esse que representou um choque para si em 2017. Nesse ano, em Fistral Beach, a pequena Ally B fez a sua estreia em campeonatos da WSL. Tinha 13 aninhos e estava a dar os primeiros passos no surf de competição. No seu heat, somou apenas 0.40 pts. "Lembro-me que no meu primeiro Boardmasters nem sequer consegui apanhar uma onda", afirmou em Pantín. 

    Este foi um duro confronto com a realidade. Fez bem a Alys. Tomou a plena consciência de que tinha muito trabalho pela frente até começar a discutir as posições cimeiras nos campeonatos. Não desarmou. Deitou mãos à obra e os resultados estão aí. Descobriu o caminho das pedras neste verão de 2022, mas não foi por acaso...

     

     

     

     

     

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    European Surfing Federation/WSL
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    Redação
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