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  • Há uma grande quantidade de resíduos hospitalares a chegar aos oceanos, alerta a ZERO
    04 fevereiro 2022
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  • Segundo a Organização Mundial de Saúde, existe uma 'necessidade extrema' de melhorar a gestão de resíduos em virtude da pandemia.
  • Esta semana, o presidente da associação ambientalista ZERO, Francisco Ferreira, alertou para a grande quantidade de resíduos hospitalares que estão a desembocar nos oceanos, sobretudo em países em desenvolvimento, que não têm sistemas de encaminhamento apropriados.

    “Em particular, países em desenvolvimento, onde este encaminhamento apropriado dos resíduos hospitalares não tem lugar. Já existe informação muito recente que demonstra que estes resíduos estão a chegar em grande quantidade aos oceanos”, disse Francisco Ferreira à agência noticiosa Lusa. 

    O especialista falava a propósito do alerta lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a “necessidade extrema” de ser melhorada a gestão de resíduos, face ao aumento de milhares de toneladas de resíduos médicos resultantes da pandemia do novo coronavírus.

    O presidente da ZERO lembrou que Portugal tem um sistema que encaminha estes resíduos hospitalares, seja para tratamento e depois para aterro, seja para incineração, quando têm maior perigosidade, mas diz que é preciso um maior investimento na redução e na reutilização.

    Além dos resíduos hospitalares, Francisco Ferreira aponta outra vertente do problema dos resíduos relacionados com a pandemia, que são os produzidos pela população em materiais de proteção e testagem.

    “Aí, não é um problema apenas dos países em desenvolvimento, mas também em Portugal, onde as máscaras continuam infelizmente a estar presentes nas ruas, na paisagem, e também acabam por, depois de serem arrastadas pelo vento e pela chuva para as linhas de água, chegar aos oceanos”, afirmou.

    O responsável sublinhou ainda a necessidade da população colocar este tipo de resíduos junto dos resíduos indiferenciados e disse que muitos até poderiam ser entregues nas farmácias, como os que resultam dos autotestes.

    “O caso das máscaras é o mais visível. Deveriam estar sempre a ser encaminhadas para os resíduos indiferenciados e nunca serem deitadas fora, nas ruas, como infelizmente acaba por acontecer, marcando a paisagem que temos”, concluiu.

    Francisco Ferreira adiantou que a ZERO tem feito um grande apelo para o uso de máscaras não descartáveis, que têm um período de vida e cuidados de lavagem, mas permitem poupar o ambiente em termos de produção de resíduos, embora reconheça que a maioria opta por máscaras descartáveis.

     

     

     

     

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