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  • Pandemia causou quebra de negócio em 88% das escolas de surf nacionais
    03 janeiro 2022
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  • A AESP procurou perceber de que forma a Covid-19 afetou o setor do ensino de surf em Portugal.
  • Através de um comunicado oficial, a Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESP) anunciou publicamente os resultados do questionário sobre o impacto da pandemia do novo coronavírus no setor do ensino de surf em 2020.

    Apesar das dificuldades sentidas e das quebras nos períodos de confinamento, três em cada quatro destes operadores conseguiram recorrer a apoios e o setor encontra-se em franca recuperação.

    Em junho de 2021, a Associação de Escolas de Surf de Portugal realizou um questionário exclusivo para as suas escolas de surf associadas, que contou com a participação de 43 operadores, 74% dos quais empresas.

    Os resultados do mesmo já tinham sido partilhados com os associados numa sessão online exclusiva, sendo agora partilhados publicamente.

    Numa altura de pandemia mundial, a AESP procurou perceber de que forma a Covid-19 afetou o sector do ensino de surf em Portugal. O questionário apresenta resultados representativos das dificuldades sentidas em 2020, relativamente ao período pré-pandemia.

    Responderam ao questionário clubes ou associações sem fins lucrativos, empresários em nome individual e empresas. Com uma experiência média de 13 anos na operação de serviços de ensino de surf, 88% dos inquiridos sofreram uma quebra de negócio, sendo que para mais de metade destes, essa quebra foi igual ou superior a 40% relativamente a 2019.

    No que diz respeito à área de intervenção dos serviços prestados, os inquiridos prestam serviços de: turismo e lazer (38%), educativos (23%), ação social (20%) e formação desportiva e competição (19%).

    É, ainda, importante referir que, independentemente da pandemia que nos encontramos a atravessar, 56% dos participantes consideram difícil ou muito difícil encontrar treinadores devidamente credenciados em altura de época alta.

    O questionário contava, também, com algumas questões de avaliação do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela Associação de Escolas de Surf de Portugal, tendo 98% dos inquiridos considerado essencial a existência de uma Associação de Escolas Nacional e avaliado o trabalho desenvolvido pela AESP de uma forma muito positiva.

     

     

     

     

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    Redação
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