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  • Ministro deixa “recado” a Kelly Slater sobre entrada na Austrália
    19 janeiro 2022
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  • Com duas etapas na primeira metade da época, a perna australiana vai ser decisiva para as contas do novo cut a meio do ano.
  • Primeiro a “novela” Djokovic, com o tenista sérvio a acabar deportado e a falhar o Australian Open. Agora, um sério aviso a Kelly Slater. O ministro australiano federal de desporto, Richard Colbeck, concedeu uma entrevista a um jornal local, onde deixou um recado a Kelly Slater, garantindo que o 11 vezes campeão mundial só entrará na Austrália se cumprir com as regras em vigor.

    Assumidamente anti-vacinação, Slater já expôs várias vezes a sua opinião sobre o tema, fazendo enorme eco nos meios de comunicação australianos, depois de uma guerra de palavras nas redes sociais com uma estrela do triatlo “aussie”. Na altura, KS chegou mesmo a justificar-se com o facto de ter mais conhecimentos de saúde e bem-estar do que os próprios médicos, o que acabou por ir parar às manchetes de vários meios de comunicação social.

    Agora, que o australianos resolveram na justia o caso Djokovic, as atenções centram-se em Kelly Slater, numa altura em que está prestes a começar o circuito mundial de surf. Isto porque a Austrália recebe duas das etapas que compõem o calendário de 2022, em Bells Beach e Margaret River.

    Acresce que estas etapas têm um fator decisivo nas contas do novo formato do CT, pois são as duas últimas da primeira metade da época, havendo um cut do número de surfistas logo após a prova o Oeste australiano. Para Slater estar presente tem duas hipóteses: o vacina-se, o que deverá ser impossível, ou apresenta uma justificação médica em como não pode ser vacinado.

    “Penso que ele [Kelly Slater] conhece as regras”, começou por dizer Colbeck, em entrevista ao jornal “The Age”. “Não interessa se és surfistas, ou tenista, ou turista, ou o que fores. Estas são as regras. E aplicam-se a todos. Não o vejo com muitas hipóteses de competir no estado de Victoria e não quero imaginar que tenha hipóteses de competir no Oeste Australiano”, frisou o Ministro.

    Curiosamente, foi no Estado de Victoria que se disputou o Australian Open em ténis. Ocasião em que Slater também aproveitou para comentar o caso Djokovic, afirmando que o Síndrome de Estocolmo agora chamava-se Síndrome de Melbourne/Austrália. Algo que não caiu bem entre os australianos.

    O mesmo jornal também fala no caso de Gabriel Medina, uma vez que o campeão mundial em título chegou a ver-se obrigado a falhar a etapa de Teahupoo no ano passado – que acabou por não se realizar – por falta de vacinação. Contudo, a WSL já confirmou que a grande maioria dos surfistas estão vacinados e num artigo recente do Globo todos os surfistas brasileiros garantiram que já estavam vacinados, inclusivamente Medina.

     

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