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  • Momentos do ano: De El Salvador para a eternidade do surf nacional
    17 dezembro 2021
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  • Yolanda Hopkins e Teresa Bonvalot foram as estrelas nacionais numa viagem que ainda deu bilhete para Tóquio.
  • Estávamos no início de Junho, com os Jogos Olímpicos de Tóquio a poucas semanas de distância, mas ainda com muitas vagas por atribuir para a estreia olímpica do surf. As expectativas eram muitas, ainda que algo tímidas. E os critérios de qualificação algo confusos e difíceis de explicar ao mais comum dos fãs. Depois de Frederico Morais já ter conseguido uma vaga para Portugal durante o Mundial de 2019, a nata do surf mundial seguiu para El Salvador em busca da glória, com Portugal a poder ainda lutar por mais três vagas.

    Se esse cenário poderia apresentar-se como utópico no início do campeonato, ainda que o selecionador nacional David Raimundo nunca escondesse esse objetivo, a verdade é que no fim das contas, Portugal conseguiu garantir mais duas vagas olímpicas, por intermédia de Yolanda Hopkins e Teresa Bonvalot. E foi por muito pouco que não conseguiu uma segunda vaga masculina por intermédio de Vasco Ribeiro, o que faria com que Portugal levasse equipa completa ao Japão.

    Só isto já faria com que a ida a El Salvador entrasse para os anais da história do surf nacional. Com três surfistas entre os 40 qualificados, a Seleção Nacional conseguia muito mais do que aquilo que muitos sonhavam aquando do início do processo de qualificação, lá atrás em 2019. Mas houve mais e não foi nada pouco. Yolanda e Teresa chegaram à final feminina. A primeira levou a prata para casa. A segunda o bronze. E Portugal ainda conseguiu uma incrível medalha de bronze coletiva. Impossível imaginar um cenário melhor!

    Para a história fica uma semana muito intensa, em que as surfistas nacionais bateram alguns dos maiores nomes da modalidade, como Yolanda que venceu a campeã mundial Carissa Moore. Apenas a australiana e veterano da elite mundial Sally Fitzgibbons conseguiu travar a dupla portuguesa na grande final, o que demonstra bem o nível apresentado pela seleção nacional nas ondas de El Salvador.

    Em termos coletivos apenas Japão e França superaram Portugal, com os gauleses a saírem com o ouro, depois de um arranque atribulado e com vários casos de Covid-19. Pelo meio, muitas histórias, repescagens e muito drama no processo de qualificação para Tóquio. Como o francês Joan Duru que se sagrou campeão mundial, mas ficou sem vaga por a França já as ter preenchido pelo CT. Ou a veterana Sofia Mulanovich que tinha sido campeã mundial ISA em 2019 e que falhou a vaga nestes mundiais, acabando por beneficiar de um desenlace final digno de filme de suspense para ser repescada.

    Com um recorde de participantes e com cada vez mais países inscritos, o Mundial ISA acabou por ser um marco incontornável. Até porque o processo olímpico torna inevitável a presença dos melhores. Mesmo que eles pelo meio percam propositadamente nas primeiras rondas… Mas as atitudes ficam para quem as pratica e a glória aos vencedores. A verdade é que El Salvador ofereceu uma semana incrível que vale sempre a pena recordar.

     

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