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  • A surfar ondas grandes ou mais pequenas, os manos Chianca brilharam no segundo semestre de 2021
    23 dezembro 2021
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  • Cada um à sua maneira, Lucas e João alcançaram coisas importantes nas últimas semanas.
  • No circuito Challenger Series, que realizou-se pela primeira vez em 2021, o Brasil a par da Austrália e dos Estados Unidos da América foram as nações que conseguiram qualificar mais do que um surfista para o Championship Tour masculino do próximo ano. 

    No país irmão, Samuel Pupo e João Chianca conseguiram as tão desejadas vagas pela primeira vez nas respetivas carreiras. Sem dúvida, um marco. Eles que até são grandes amigos e têm irmãos com cartel no universo do surf de competição.

    Samuel é mano de Miguel Pupo, que está radicado no CT há já uns bons anos, enquanto João é irmão do bem conhecido Lucas Chianca, que é atualmente um dos melhores surfistas de ondas grandes à face do globo. 

    E é precisamente na família Chianca que nos focamos nesta prosa, pois esteve em evidência neste segundo semestre de 2021. João deu cartas no surf mais convencional ao passo que Lucas deu show nas bombas da Praia do Norte, que recentemente foi palco da segunda edição do Nazaré Tow Surfing Challenge.

    Na transata edição da Challenger Series, o Brasil teve em ação nomes com muita experiência nestas andanças, tais como Caio Ibelli, Alex Ribeiro, Jesse Mendes ou Michael Rodrigues. Surfistas que dado o seu pedigree poderiam depositar maiores esperanças em termos de apuramento para o país sul-americano.

    Contudo, uma coisa é a teoria e a outra é a prática. O momento da verdade é lá dentro do mar, envergando a licra de competição. E nesse capítulo, todos estes nomes elencados não conseguiram os seus intentos, mas o mesmo já não poderá dizer do jovem João Chianca, que encabeça a nova geração do surf brasileiro ao lado de Mateus Herdy, Edgard Groggia, entre outros. Chianca aproveitou da melhor maneira o curto formato da Challenger Series, cujo calendário foi apenas composto por quatro etapas. 

    Nos campeonatos europeus (Ericeira e Hossegor), João obteve dois resultados sólidos (9º lugar) e depois não comprometeu em Huntington Beach e Haleiwa. No North Shore de Oahu ainda passou por um pequeno susto, o que obrigou a fazer contas com a calculadora, mas os dois 25º lugares obtidos vieram a revelar-se suficientes para segurar as pontas e atingir o CT. Nunca esquecendo os pontos trazidos da época expresso de 2020, que foi cancelada por causa da pandemia. Pontos esses que também foram fulcrais para este desfecho de apuramento. 

    Já o irmão de João, conhecido no mundo do surf como Lucas Chumbo, voltou a mostrar que é um dos rostos que tem vindo a revolucionar o surf de ondas grandes. Com surfistas da cepa de Chumbinho, este tipo de surf já não se limita apenas a descer e sobreviver aquelas gigantes massas de água, mas sim em fazer coisas alucinantes em cada momento de performance.

    As espetaculares manobras feitas nas bombas são já uma imagem de marca deste atleta, que brilha no tow-in e também na remada ou não tivesse já vencido na Nazaré nestas duas especialidades. É o único que granjeia tal sucesso naquela temida arena. Junto do waterman Kai Lenny no Nazaré Tow Surfing Challenge, Chumbo faz uma parelha de sonho.

    Ali, não há impossíveis. É sempre a quebrar barreiras e a colocar a fasquia bem lá no alto. Com o seu companheiro de viagem, colocou em marcha aquele que batizou de 'Kai Chumbo Show', que deslumbra e encanta quem assiste a estas incríveis provas. Lucas Chianca, que estranho é chamar-lhe assim, foi a figura do evento português ao arrecadar dois prémios, um individual o outro coletivo.

    Lucas e João. Dois irmãos, dois surfistas e dois nomes especializados em diferentes tipos de surf. Em 2021, foram dois dos surfistas brasileiros com maior relevo neste segundo semestre do ano. Cada um à sua maneira! 

     

     

     

     

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