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  • Kika Veselko compara título conquistado ao de Parko em 2012
    08 setembro 2021
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  • Fotografia
    Jorge Matreno/ANSurfistas
  • Fonte
    Redação
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  • Ainda sem vencer qualquer etapa na Liga, Kika soma já quatro finais e um 3.º lugar em 2021...
  • Aos 18 anos, Kika Veselko sagrou-se campeã nacional de surf, após uma temporada pautada pela regularidade. Após cinco etapas foi por quatro vezes à final e tem ainda um 3.º posto, que serve como descarte nas contas finais do ranking. Agora, após um título surpreendente, a nova campeã nacional feminino e bicampeã sub-18 quer ir à procura do triunfo na derradeira etapa, em Peniche.

    Um trajeto curioso e uma regularidade ímpar, que fazem com que Kika, filha de Filipa Leandro, uma das pioneiras do surf feminino nacional, compare este seu título ao mundial do australiano Joel Parkinson, conquistado em 2012. Na altura, Parkinson chegou a Pipeline, à última etapa do ano, na liderança do ranking. A luta era com Kelly Slater e após uma batalha taco a taco ao longo do evento a inesperada derrota do 11 vezes campeão mundial nas meias-finais acabou por dar o título a Parko, que, já campeão, acabaria por vencer a etapa havaiana.

    “Estou muito feliz com esta conquista”, começou por dizer a nova campeã nacional. “Foi um título com um sabor diferente, sim. Penso que, embora não tenha vencido qualquer etapa, acabei por ser premiada pela regularidade que mostrei ao longo do ano. Preferia que a Carolina Mendes fosse ao Bom Petisco Peniche Pro para discutirmos o título na água. Ela é uma surfista muito competitiva e, certamente, que me iria obrigar a elevar o nível”, salientou a jovem surfista de Carcavelos.

    Kika admite que no início do ano este não era um cenário que imaginava. “Surpreendi-me a mim própria. Tenho ultrapassado bastantes obstáculos ao longo da carreira, que me fizeram crescer imenso. As duas primeiras etapas serviram para aumentar a confiança e depois optei por manter a estratégia e os objetivos. E deu resultado! Tentei não mudar muito e manter rotinas, porque foi dando resultado. A partir do momento que ganhei a Allianz Triple Crown, como passei para primeiro, pensei que já estava quase. Foi na Praia Grande que senti esse acreditar que ia conseguir”, revelou.

    “O meu objetivo agora é ganhar a etapa de Peniche. Depois de tantos segundos lugares quero uma vitória. Ainda tenho aquele ‘bichinho’ de me estrear a vencer. Quero acabar o ano com um triunfo, para enaltecer ainda mais o meu título nacional”, vincou Francisca Veselko, que em Peniche não vai ter a oposição de nomes como Teresa Bonvalot, Yolanda Hopkins e Carolina Mendes, todas a competirem nas Challenger Series do WQS.

    Ainda assim, Kika garante que quer seguir o caminho trilhado por estas surfistas a nível internacional, sublinhando que já se sente ao nível delas. “Cada vez me sinto mais ao nível delas. Sem dúvida que todas foram a minha grande inspiração. Sempre quis ser como elas. Hoje em dia somos todas muito amigas e sinto que estou lá a chegar a esse patamar. Já comecei a fazer uns campeonatos do circuito mundial de qualificação (QS) e a entrar nesse nível. Penso que não estou tão abaixo e espero seguir o exemplo delas a nível internacional. Estou super ansiosa para disputar mais campeonatos internacionais. E quero ir a Paris’2024, claro”, atirou.

    Por fim, sendo uma das grandes esperanças portuguesas no circuito europeu júnior da WSL, ocupando atualmente o 3.º posto do ranking, Kika garante que já pensa na carreira sénior e nos principais circuitos do surf mundial. Mesmo depois de a WSL ter anunciado o alargamento da categoria de juniores até Sub-20, o que dá mais dois anos extra como júnior à nova campeã nacional.

    “Mais a curto prazo tenho o objetivo do Pro Júnior europeu para tentar a qualificação para o Mundial da categoria. Mas, sim, já estou a pensar na fase do QS. Já sinto que estou focada na minha carreira sénior. O alargamento do escalão júnior para Sub-20 é bom para muita gente que aos 18 anos ainda não tem maturidade e estes dois anos ajudam a fortalecer muito esse aspeto. Por um lado esta mudança ajuda os objetivos de muitos surfistas, mas, sinceramente, já estou muito mentalizada para atacar os circuitos principais”, rematou.

     

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  • Kika Veselko
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