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  • Seis seleções nacionais vão a jogo em Tóquio'2020 com o máximo de surfistas possíveis
    24 julho 2021
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  • No total, temos 18 países representados na primeira prova olímpica de surf da história, divididos por cinco continentes.
  • A espera terminou! Está na água a primeira prova olímpica de surf da história, que terá como palco a nipónica Tsurigasaki Beach, na província de Chiba.

    Nestas Olimpíadas de Tóquio'2020 são 40 os surfistas pioneiros deste momento inédito na história do surf de competição. 20 homens + 20 mulheres, que partem com toda a ambição do mundo em busca da glória no maior evento desportivo do mundo.

    Neste restrito lote, a Seleção Nacional de Surf faz-se representar por duas surfistas, Teresa Bonvalot e Yolanda Hopkins, sendo que deste grupo também constava Frederico Morais, mas este testou positivo ao novo coronavírus o que impediu a viagem até ao Japão do único surfista português que atualmente pertence à elite do surf mundial.

    No duro e confuso processo de qualificação realizado, cada nação poderia apurar um máximo de quatro surfistas (2 masculinos + 2 femininos) para a prova. Contas feitas, temos seis conjuntos nacionais que conseguiram fazer o pleno. O que representa 24 surfistas de um total de 40, ou seja, mais de 50% dos surfistas olímpicos pertencem a seis países. 

    São eles os Estados Unidos da América (John John Florence, Carissa Moore, Kolohe Andino e Caroline Marks), a Austrália (Stephanie Gilmore, Owen Wright, Julian Wilson e Sally Fitzgibbons), Brasil (Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Silvana Lima e Tatiana Weston-Webb), França (Michel Bourez, Johanne Defay, Jeremy Flores e Pauline Ado), Peru (Daniella Rosas, Lucca Mesinas, Miguel Tudela e Sofia Mulanovich) e por último o anfitrião Japão (Kanoa Igarashi, Amuro Tsuzuki, Mahina Maeda e Hiroto Ohhara).

    Depois, a Costa Rica (Carlos Muñoz, Brisa Hennessy e Leilani McGonagle) está representada com três surfistas, enquanto a Nova Zelândia (Billy Stairmand e Ella Williams) possui dois competidores nas Olimpíadas.

    As grandes surpresas Alemanha (Leon Glatzer), Indonésia (Rio Waida), Chile (Manuel Selman), Equador (Dominic Barona) e Argentina (Leandro Usuna) conseguiram apurar um surfista.

    Também Marrocos (Ramzi Boukhiam), Israel (Anat Lelior), África do Sul (Bianca Buitendag) vão fazer parte desta primeira fotografia do surf nos Jogos Olímpicos.

    Por último, a Itália não conseguiu apurar nenhum atleta, mas a lesão de Jordy Smith abriu as portas olímpicas a Leo Fioravanti, que era o alternate do gigante sul-africano.

    No total, temos 18 países representados na primeira prova olímpica de surf da história, divididos por cinco continentes.

     

     

     

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  • International Surfing Association
  • Fotografia
    ISA
  • Fonte
    Redação
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