Homepage

  • Descarga de água da central de Fukushima no Pacífico será monitorizada pela ONU
    08 julho 2021
    arrow
    arrow
  • A Agência Internacional da Energia Atómica considera que o 'método de eliminação escolhido pelo Japão é não só tecnicamente exequível como está de acordo com a prática internacional'.
  • A agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU) para a energia nuclear anunciou esta quinta-feira ter chegado a um acordo com o Japão para ajudar a monitorizar a descarga de água radioativa tratada da central destruída de Fukushima no Oceano Pacífico.

    O Governo japonês decidiu no passado mês de abril começar a descarregar a água, cerca de dois anos depois de ter construído as instalações adequadas e de se ter munido de planos conformes com os protocolos de segurança.

    Tóquio pediu à Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) para verificar se os seus planos cumpriam as normas de segurança internacionais e para apoiar e estar presente durante operações de monitorização ambiental.

    A AIEA, sediada em Viena, indicou que acordou agora os “termos de referência” com Tóquio e que deverá realizar a sua primeira missão de acompanhamento no Japão mais perto do fim do ano.

    “A AIEA representará um papel fundamental na monitorização e acompanhamento da aplicação pelo Japão do seu plano. Como os olhos da comunidade internacional, os especialistas da AIEA poderão verificar que a descarga da água é feita de forma segura”, disse o diretor-geral da agência especializada da ONU em comunicado.

    “Isto é de grande importância para tranquilizar as pessoas no Japão e noutros pontos do mundo, especialmente em países vizinhos, de que a água não representa qualquer ameaça para elas”, sublinhou.

    A agência acrescentou que “o método de eliminação escolhido pelo Japão é não só tecnicamente exequível como está de acordo com a prática internacional”.

    A água acumulada tem estado armazenada em tanques na central nuclear de Fukushima desde 2011, quando um forte sismo e um tsunami danificaram os reatores e a água do sistema de arrefecimento ficou contaminada e começou a vazar. A capacidade máxima de armazenamento da central será atingida no final do próximo ano.

    O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, declarou em abril que a descarga no oceano era a opção mais realista e que descartar a água era inevitável para a desativação da central, que se espera leve décadas.

     

     

     

    Para acompanhar e confirmar live, os dados sobre o estado do mar, pode usufruir da nossa rede de livecams e reports preparada para essa finalidade.

    Visita a nossa Loja Online, encontras tudo o que precisas para elevar o teu nível de surf! 

    Segue o Beachcam.pt no Instagram

Tags
  • central nuclear
  • Oceano Pacífico
  • Japão
  • Ecossistema
  • Habitat Natural
  • Biodiversidade marinha
  • Natureza
  • Meio Ambiente
  • Fonte
    Redação
similar News
similar
setembro 28
Mercedes-Benz vai celebrar o Dia Mundial do Mar com a temática Nazaré
setembro 28
Praia do Seixal consagrou vencedores da 4ª etapa do Regional de SUP Race da Madeira 2022
setembro 28
Praia de Matosinhos vai receber iniciativa 'Surf Adaptado'
setembro 28
Projeto TransforMAR recolheu 67 toneladas de plástico e metal das praias portuguesas este verão
setembro 28
AON Titan Trophies 2022 terminou nas ondas de Leça da Palmeira
setembro 27
The Surf Experience vai celebrar 30º aniversário com festival de música em Lagos
setembro 27
David Raimundo: 'A Seleção Nacional de Surf mostrou ao mundo uma vez mais o valor do surfista português'