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  • Vasco Ribeiro falha ida a Tóquio'2020 por muito pouco
    05 junho 2021
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  • Este domingo Teresa Bonvalot e Yolanda Hopkins vão discutir as medalhas da prova feminina.
  • Foi por muito pouco que Vasco Ribeiro não conseguiu garantir, este sábado, a quarta vaga portuguesa para os Jogos Olímpicos de Tóquio’2020. Depois de Teresa Bonvalot e Yolanda Hopkins o terem conseguido ao início da tarde, Vasco Ribeiro ficou a uma ronda de imitar as compatriotas, depois de ter sido eliminado na ronda 9 da repescagem por uma diferença de 0,63 centésimos.

    Vasco tinha entrado em ação logo no heat inaugural do dia, superando a ronda 8 de repescagem com distinção. O surfista português viu o chileno vencer a bateria, mas os 11,84 pontos somados foram suficientes para eliminar o espanhol Aritz Aranburu e o panamiano Isauro Elizondo da prova.

    Foi já depois do feito histórico de Teresa e Yolanda que Vasco voltou a entrar na água. No heat 2 da ronda 9 de repescagem tinha pela frente o peruano Miguel Tudela e o alemão Leon Glatzer, numa luta direta pelas vagas olímpicas. Apesar de ter começado mais forte, Vasco viu os adversários virarem a bateria na reta final, graças, sobretudo, a aéreos.

    Com 13,53 pontos conquistados, o surfista do Estoril acabou por perder a disputa, vendo Glatzer somar 14,16 e Tudela 14,30. Vasco Ribeiro despediu-se, assim, de El Salvador no 11.º posto, após um heat algo polémico em termos de julgamento e que mereceu muitas críticas por parte da comitiva portuguesa.

    Entre as decisões mais estranhas, além das notas de Vasco terem sido consideradas abaixo do esperado pelo selecionador nacional, destaca-se o facto de uma das ondas do peruano ter tido uma discrepância de 1,7 pontos entre a nota mais alta e a mais baixa atribuída pelos juízes – 6,5 para 4,8. Essa onda de Tudela acabou por não entrar para o somatório final, mas naquela fase da bateria colocou-o na liderança e numa situação mais confortável. 

    Apesar de ter falhado aquilo que seria um feito único, de levar um máximo de quatro atletas a Tóquio, a equipa portuguesa já fez história em El Salvador. E este domingo parte para o dia final de competição na luta pelas medalhas individuais e coletivas, numa altura em que é quarto classificado da geral virtual, atrás de Peru (3.º), França (2.º) e Japão (1.º).

    As atenções viram-se, assim, para Teresa e Yolanda, que amanhã começam por disputar a final do quadro principal frente à peruana Daniella Rosas e à costarriquenha Leilani McGonagle. Em jogo estão dois lugares na finalíssima das medalhas. Caso não o consigam fazer ainda terão uma segunda oportunidade para chegar à finalíssima através da final das repescagens. 

     

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