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  • Surf despede-se de Greg "Da Bull" Noll
    29 junho 2021
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  • Fotografia
    John Severson
  • Fonte
    Redação
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  • "Da Bull", como era conhecido, morreu de causas naturais.
  • A comunidade do surf mundial acordou mais triste, com a notícia da trágica perda de Greg “Da Bull” Noll. Um dos mais míticos big riders havaianos, faleceu esta segunda-feira, aos 84 anos. Foi a própria família a anunciar a morte de Greg Noll em comunicado, ressalvando que o surfista morreu de causas naturais.

    “Convidamos todos os amigos e família a celebrar a vida de Greg Noll, partilhando esta notícia e as suas histórias, fotos e experiências. Aloha”, frisou o comunicado sobre a perda do patriarca da família Noll.  

    Poucos são aqueles que não devem conhecer o famoso retrato de John Severson, em que um surfista impávido e sereno, segurando a sua enorme gun, olha de frente para as ondas gigantes que chegam. O surfista retratado era ele mesmo, “Da Bull”, como era carinhosamente tratado. Mas o legado de Noll vai muito além dessa imagem.

    Nascido em San Diego, na mainland, em 1937, Greg Noll mudou-se para o North Shore de Ohau aos 17 anos, em 1954. A partir daí estabeleceu-se como uma verdadeira referência no mundo das ondas, sobretudo as grandes. Três anos depois, em 1957, fez parte do grupo de pioneiros que tentou enfrentar Waimea, introduzindo ao Mundo uma das maiores arenas e mais sagradas do surf de ondas grandes na remada.

    Mais tarde, em 1969, Noll aumentou a sua aura, depois de apanhar em Makaha aquela que era considerada na altura a maior onda de sempre, durante um dos maiores swells chegados ao Havai.

    Mas os feitos de Noll não se restringiram apenas ao mar, pois também mostrou ter veia para o negócio. Quando regressou aos Estados Unidos, produziu uma série de filmes de surf, além de ter aberto no início dos anos 70 em Hermosa Beach uma fábrica de pranchas, que produzia mais de 200 pranchas por semana.

    Com o seu nome bem cravado na história do surf, Greg Noll recatou-se mais tarde na Carolina do Norte, onde se dedicou à pesca e também a produzir pranchas de surf de madeira. Por lá viveu até ao último suspiro, com o Mundo do surf a chorar, agora, a sua perda.

     

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    John Severson
  • Fonte
    Redação
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