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  • América do Sul já tem definidos os representantes nas Challenger Series
    28 junho 2021
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  • Perna equatoriana do WQS sul-americano chegou ao fim e ajudou a decidir todas as contas do top 5 feminino e top 10 masculino.
  • Se em Montañita o triunfo sorriu a um surfista peruano e a uma surfista brasileira, agora, em Salinas, os papéis inverteram-se. A peruana Daniella Rosas e o brasileiro Edgard Groggia foram os vencedores do segundo QS1000 disputado este mês no Equador. Um desfecho que ajudou a apurar os surfistas sul-americanos que vão competir nas Challenger Series da segunda metade do ano.

    Na prova feminina, o triunfo foi para a surfista que ficou famosa por ser a primeira a garantir uma vaga olímpica, durante os Jogos Pan-Americanos de 2019. Rosas começou por bater Sophia Medina, irmã de Gabriel Medina, nos quartos-de-final, superando depois nas meias-finais a brasileira Julia Duarte, num resultado que acabou por ser determinante para as contas da qualificação.

    Do outro lado a havaiana Summer Macedo estava imparável e com o triunfo sobre a peruana Melanie Giunta repetia a final alcançada em Montañita. Mas na grande final, a surfista que escolheu passar a representar o Brasil a partir da próxima temporada, acabou por não ter hipóteses frente a Rosas, que somou 15 pontos, contra 10,65 de Macedo.

    Daniella Rosas alcançou, assim, a segunda vitória da carreira em provas do WQS, conseguindo ainda sagrar-se campeã regional sul-americana, o que comprova que é uma das surfistas do momento a nível internacional. E tal como na qualificação olímpica ainda deu uma ajuda preciosa à equatoriana Dominic Barona neste processo de vagas para as Challenger Series, onde a América do Sul, ao contrário de outros continentes que levam oito representantes femininas, só coloca cinco surfistas.

    Surfistas sul-americanas qualificadas para as Challenger Series

    1- Daniella Rosas (Peru)
    2- Silvana Lima (Brasil)
    3- Sol Aguirre (Peru)
    4- Josefina Ane (Argentina)
    5- Dominic Barona (Equador)

    Do lado masculino foi o outsider Groggia a levar todos de vencido, ele que apesar de não ser um surfista jovem, apenas começou a dar nas vistas no WQS no início de 2020, tendo feito logo um 9.º lugar na estreia, em Fernando de Noronha. Agora, depois de já ter sido finalista vencido em Montañita, o surfista brasileiro bateu toda a concorrência para vencer o primeiro evento da carreira na WSL.

    Groggia não fez por menos, eliminando aos poucos os principais favoritos de prova. Tudo começou com um triunfo nos quartos-de-final frente ao uruguaio Marco Giorgi. Seguiu-se uma vitória por combinação frente ao compatriota Marcos Correa. E na final somou 16,80 pontos, com uma onda de 9,60 pelo meio, para levar de vencido João Chianca (14,50). Um resultado que colocou ambos no cut de qualificação para as Challenger Series, onde o Brasil se destaca com oito dos 10 qualificados.

    Surfistas sul-americanos qualificados para as Challenger Series

    1- Wiggolly Dantas (Brasil)
    2- Alonso Correa (Peru)
    3- Ian Gouveia (Brasil)
    4- Thiago Camarao (Brasil)
    5- João Chianca (Brasil)
    6- Weslley Dantas (Brasil)
    7- Marco Giorgi (Uruguai)
    8- Edgard Groggia (Brasil)
    9- Samuel Pupo (Brasil)
    10- Rafael Teixeira (Brasil)

     

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