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  • Fernando Aguerre desvaloriza retiradas nos Mundiais “mais maravilhosos” da história
    08 junho 2021
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  • Aguerre preferiu, assim, concentrar-se na alegria que foi ter um evento “como nunca tinha existido”, onde se decidiram as últimas 12 vagas olímpicas.
  • Os Mundiais ISA de El Salvador foram a última oportunidade de qualificação olímpica para surfistas de todo o Mundo. Mas a prova ficou também marcada por uma debandada de tops mundiais, assim que cumprir os requisitos de marcar presença na ronda inaugural. Uma situação desvalorizada pelo presidente da ISA, Fernando Aguerre, que preferiu destacar os grandes nomes que decidiram ficar.

    Aguerre considera que esta foi a edição “mais maravilhosa” da história dos ISA World Surfing Games, mesmo depois de todas as retiradas que aconteceram no início do evento, com Gabriel Medina, Carissa Moore, Julian Wilson, Caroline Marks, Filipe Toledo ou Italo Ferreira em destaque. “Os seres humanos tomam decisões baseadas nas suas perceções e sentimentos”, comentou Aguerre durante o evento.

    O surto de Covid-19 que apanhou alguns surfistas foi apontado como responsável pela retirada de alguns destes surfistas, embora o excesso de competições possa estar na base dessa decisão. “Alguns profissionais decidiram fazer algumas rondas e ir embora, enquanto outros ficaram. Penso que têm de perguntar a cada um deles por que se foram embora…”, frisou.

    “Tivemos a nossa qualificação olímpica. Foram os Jogos mais maravilhosos da história e isso aconteceu por todos aqueles que por cá ficaram. Vieram a público dizê-lo, que ficavam. Como o Kanoa Igarashi, por exemplo, que disse: ‘Estou qualificado mas quero ficar aqui até final para ajudar o meu país a ganhar o ouro. Esta é a forma de agradecer ao presidente da ISA por tudo o que fez ao longo dos últimos anos’”, revelou Aguerre.

    Também os australianos que permaneceram em El Salvador, excetuando Julian Wilson, terão manifestado essa intenção ao presidente da ISA. “Também ouvi dos três australianos que ficaram o mesmo sentimento”, corroborou, sobre Stephanie Gilmore, Owen Wright e Sally Fitzgibbons, que acabou por sagra-se campeã mundial.

    Aguerre preferiu, assim, concentrar-se na alegria que foi ter um evento “como nunca tinha existido”, onde se decidiram as últimas 12 vagas olímpicas, cinco para os homens e sete para as mulheres, com a indecisão a manter-se até ao dia final. Um evento recheado de histórias de superação, surpresas, frustração e alguns milagres olímpicos.

     

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