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  • Numa década quase duplicou o número de 'zonas mortas' nos oceanos
    22 abril 2021
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  • Esta é uma conclusão da Avaliação Oceânica Mundial.
  • O número de "zonas mortas" nos oceanos quase duplicou numa década, demonstrando o "fracasso generalizado" de proteção dos mares e a necessidade de novas metas globais "ambiciosas", afirmou ontem António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

    O aumento das zonas oceânicas sem vida animal ou vegetal, para 700 em 2019 face a 400 em 2008, é uma das conclusões da segunda Avaliação Oceânica Mundial, realizada por centenas de cientistas de todo o mundo.

    “Os especialistas atribuem (o aumento de “zonas mortas” nos mares) ao nosso fracasso generalizado em conseguir uma gestão sustentável integrada das costas e dos oceanos”, disse Guterres.

    “Apelo a todas as partes interessadas para prestarem atenção a este e outros avisos. Uma melhor compreensão do oceano é essencial”, adiantou.

    A agência norte-americana para os oceanos (NOS) define “zonas mortas” marítimas como zonas sem oxigénio necessário à maior parte da vida marinha, que ou morre ou as abandona, criando “desertos biológicos” no mar.

    O relatório indica ainda que cerca de 90 por cento de espécies de mangais e outros ecossistemas costeiros e marinhos, bem como mais de 30 por cento das espécies de aves marinhas, também enfrentam ameaça de extinção.

    Na sequência de um relatório inicial publicado em 2015, a Avaliação Oceânica Mundial aponta para uma degradação contínua de espaços costeiros e marítimos devido à ação humana.

    “As pressões de muitas atividades humanas continuam a degradar os oceanos e a destruir habitats essenciais – como mangais e recifes de coral – dificultando a sua capacidade de ajudar a lidar com os impactos das mudanças climáticas”, afirmou Guterres.

     

     

     

     

     

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