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  • Deslizamento dos glaciares da Antártida Ocidental está a acelerar
    24 fevereiro 2021
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  • A investigação dirigida pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, baseou-se em dados das missões Copérnico Sentinel-1 e CryoSat.
  • Um estudo publicado esta terça-feira na revista científica Nature Communications, que analisou durante os últimos 25 anos o fenómeno através de observações por satélite, reporta que os glaciares da região de Getz, na Antártida ocidental, estão a acelerar a velocidade de deslizamento até ao oceano.

    A investigação dirigida pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, baseou-se em dados das missões Copérnico Sentinel-1 e CryoSat da Agência Espacial Europeia e mostra que, entre 1994 e 2018, os 14 glaciares da região aceleraram, em média, o seu deslizamento em quase 25% e três deles em mais de 44%.

    Os resultados indicam também que os glaciares perderam 315 giga toneladas de gelo, fazendo subir em 0,9 milímetros o nível global médio do mar, o equivalente a 126 milhões de piscinas olímpicas de água. Segundo a Agência Espacial Europeia, o estudo vai “ajudar a determinar se estes glaciares podem colapsar nas próximas décadas e como é que isso afetaria a futura subida no nível global do mar”.

    A região de Getz, na Antártida, é tão remota que os humanos nunca pisaram a sua maior parte, destacou a diretora da investigação, Heather Selly, da Universidade de Leeds, mas é possível monitorizar o que ali acontece através dos satélites.

    As “elevadas taxas de aumento” da velocidade dos glaciares, juntamente com a diminuição da espessura do gelo, confirmam que a bacia de Getz está em “desequilíbrio dinâmico“, o que significa que está a perder mais gelo do que aquele que ganha com os nevões, explicou a cientista.

    Através de uma combinação de observações e modelos matemáticos, a equipa de investigação observou a maior alteração na região central de Getz, com um glaciar que desliza 391 metros por ano mais rápido em 2018 do que em 1994. Mas esta é “uma mudança substancial, uma vez que agora flui a um ritmo de 669 metros por ano, um aumento de 59% em apenas duas décadas e meia”.

     

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