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  • Tom Butler faz pausa na carreira das ondas grandes e critica WSL
    27 outubro 2020
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  • Tom Butler rejeitou ainda o convite da WSL para participar na segunda edição do evento de Tow-in da Nazaré, em 2020/21.
  • Tom Butler é um dos mais reputados big riders europeus e um dos nomes sempre presentes na arena da Nazaré na última década. Embora não seja um dos mais mediáticos caçadores de ondas gigantes do Mundo, Tom é dos mais experientes e apaixonados nesta busca incessante pela maior onda do Mundo. Só que aos 31 anos, Butler decidiu, agora, colocar uma pausa na sua carreira, dizendo-se cansado de tentar torná-la rentável em termos monetários.

    O surfista britânico deixou um testemunho no Instagram a dar conta da decisão, revelando ainda que não vai perseguir qualquer swell durante o próximo inverno, como é seu hábito. Tom Butler rejeitou ainda o convite da WSL, a quem dirige algumas críticas, para participar na segunda edição do evento de Tow-in da Nazaré, em 2020/21.

    “Preciso de fazer esta pausa e parar de prosseguir as maiores ondulações na Europa. Aos 31 anos sinto-me realizado com os meus feitos, mas completamente esgotado em relação ao facto de tentar rentabilizar o meu desporto”, admitiu Butler, que acrescenta o desejo de estar mais perto de casa e do filho recentemente nascido.

    Butler alerta para o facto de o surf de ondas grandes ser um desporto de risco extremo, onde grande parte dos intervenientes não conseguem ser profissionais. “O facto é que nem todos os big riders do Mundo conseguem chegar a um nível de independência financeira que lhes permita surfar em completa segurança. No meu caso passei mais tempo em frente ao computador do que propriamente a surfar. Tentar comercializar-me como um atleta tirou toda a diversão em relação ao que eu mais gostava de fazer”, salienta o surfista britânico.

    Por fim, Butler vai mais longe e critica a forma como os eventos de ondas grandes, sobretudo os da Nazaré, foram geridos. O big rider explica que nestes eventos a organização não hesita colocar os surfistas em situações de risco, de forma a elevar o nível e ter um maior alcance mediático, embora não exista uma recompensa para os surfistas, além do prize-moneyn dos vencedores.

    “Não falo apenas por mim, mas também por maior parte dos atletas, alguns deles premiados pela WSL. Vemos muitas chamadas erradas neste evento, embora possam ser as corretas na vertente do negócio. Isto sempre à custa dos atletas. No ano passado, na Nazaré, pediram-nos para, juntos, trabalharmos num ano zero do evento, que iria ajudar a torná-lo em algo grande e rentável até para os surfistas. Mas mantiveram em segredo até ao dia da prova que a Red Bull era o patrocinador principal”, atirou Butler, entre outras críticas.  

     

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