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  • Histórico Michael Tomson perde batalha contra o cancro
    09 outubro 2020
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  • Nasceu em Durban, na África do Sul, em 1954, e foi por lá que cresceu a surfar com o primo Shaun.
  • Tinha 66 anos e um longo legado enquanto um dos maiores nomes da indústria do surf. Michael Tomson, primeiro do lendário Shaun Tomson, foi também ele competidor do circuito mundial, mas foi como fundador e impulsionador da Gotcha que mais se destacou no final do século passado.

    Tomson perdeu uma longa batalha contra um cancro na garganta, que acabou por lhe roubar a vida. Para trás deixa a fama de uma das maiores rock stars do surf mundial, com várias conexões a um estilo de vida surf, sexo e drogas, e de um dos mais geniais e genuínos estrategas de marketing e design que surgiram na indústria do surf.

    Nasceu em Durban, na África do Sul, em 1954, e foi por lá que cresceu a surfar com o primo Shaun, que mais tarde se viria a tornar campeão mundial e um dos maiores nomes do surf da época. Michael também competiu, chegando a ser número 5 mundial em 1976. Mas foi na indústria que se fez grande, graças à criação da icónica marca Gotcha, com o amigo Joel Cooper.

    Os dois amigos lançaram a Gotcha em 1978. Começaram praticamente numa garagem, em Laguna, na Califórnia, e levaram a marca do zero até aos 120 milhões de dólares em somente 7 anos. Tomson tomava conta do design e do marketing de uma marca que viria a dominar o mercado nos idos anos 80 e 90, e que entretanto se extinguiu.

    João Valente, antigo diretor da SURFPortugal e um dos maiores pensadores do surf em Portugal, recordou esta verdadeira lenda da indústria do surf num post publicado nas redes sociais, que ajuda a explicar a magnitude da influência de Michael Tomson na indústria do surf.

    “Estávamos no apogeu da Gotcha que dominava os anos 90, com o seu logo do homem-peixe e o mais extravagante, criativo e subversivo marketing do meio. (…) Na altura em que o surf se tornava uma cultura global, a Gotcha simbolizava, como nenhuma outra marca, a resistência à pasteurização e estupidificação deste estilo de vida para consumo das massas. “If you don’t surf, don’t start”, ameaçavam os seus anúncios nas revistas. (…) O responsável por isso tudo, e muito mais, era Michael Tomson, o primo mal comportado do grande Shaun, uma fusão entre o glamour de Mick Jagger e a decadência de Keith Richards, com o charme e a fleuma de um Bowie em estado de graça. Um personagem maior que a vida, como se costuma dizer, para mais com o aval de ter sido um integrante mais discreto da inigualável geração que deitou as portas do surf abaixo. (…) Foi um dos que melhor compreendeu como vender o surf sem vender a sua alma.”, assinalou João Valente.

     

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