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  • Italo Ferreira e a competição virtual entre brasileiros durante a pandemia
    14 outubro 2020
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  • Com a primeira etapa do WCT 2021 marcada já para dezembro em Pipe, o campeão mundial pretende ir brevemente para o North Shore de Oahu.
  • Italo Ferreira manteve-se muito ativo durante a pausa da competição e no regresso mostrou estar em boa forma, o que foi confirmado pelos triunfos na etapa brasileira das Countdown Series e também na francesa, além de ter sido finalista vencido em Portugal. O campeão mundial garante estar preparado e ansioso por regressar ao WCT e para enfrentar as ondas de Pipe, já em dezembro, salientando o papel da “competição” de vídeos de freesurf que houve durante a pandemia.

    “Tenho postado a maior parte das minhas melhores sessões de freesurf e não costumo guardar quase nada para depois. Principalmente para nós, surfistas brasileiros, é como uma competição. Já que não podemos viajar para competir, então essa é uma forma de ver o que todos estamos a fazer e como podemos melhorar o nosso surf. Seja o Yago Dora, o Gabriel Medina, ou outro qualquer, estou sempre a ver o nível deles, para que possa tentar igualá-los na próxima sessão”, começou por dizer Italo em entrevista à WSL.

    O surfista da Baía Formoso garante que os eventos em que já entrou foram importante para readquirir ritmo e elogia o nível dentro de água. “Tenho tido a preocupação de surfar o máximo possível e poder voltar a competir no Brasil e na Europa foi muito bom para reviver a sensação de disputar baterias e sentir a alegria de vencer novamente. Gosto muito da pressão da competição, para ver como está o meu surf. Senti falta disso. Em todos os eventos havia competidores difíceis do CT e QS, então o nível técnico foi realmente alto e é muito bom voltar a viver essa rotina de competições”, frisou.

    Com a primeira etapa do WCT 2021 marcada já para dezembro em Pipe, o campeão mundial pretende ir brevemente para o North Shore de Oahu, para repetir uma receita de sucesso. “No ano passado, cheguei seis semanas antes do evento e fiquei sempre a surfar em Pipeline, testando as pranchas, conversando com o Jamie O'Brien, com o Shane Dorian e todos os locais. Isso foi especial para mim, porque não era o favorito para ganhar o Pipe Masters, mas aprendi muito com eles e venci o campeonato. Vou tentar fazer o mesmo esse ano”, prometeu.

    “É uma boa hora para fazer alguns treinos lá antes que todos cheguem na ilha. É muito difícil surfar em Pipe quando está lotado, então acho que qualquer oportunidade de surfar lá é ótimo, principalmente com os locais. O objetivo é surfar bastante, divertir-me e estar totalmente pronto para a competição. Na verdade, é um plano muito simples”, concluiu.

     

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