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  • Um dia Jadson Andre venceu tudo e todos e deixou o Mundo de boca aberta
    02 julho 2020
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  • Nesse ano acabou por terminar como número 13 mundial, naquela que foi a sua melhor temporada de sempre.
  • Estávamos no início da temporada de 2010. Aquela em que Kelly Slater iria conseguir o seu 10.º e penúltimo título mundial. Uma época em que Dane Reynolds ainda competia e apresentava-se como um dos principais campeonatos ao título. Quando Peniche entrou para o WCT como etapa fixa. E numa altura em que o Brasil começava a apalpar terreno na aproximação ao topo do surf mundial.

    Santa Catarina recebeu a terceira prova da temporada, com os principais nomes do surf mundial a ombrearem-se pelas vitórias nas primeiras etapas. Depois do triunfo em Bells, KS chegou ao Brasil na máxima força e foi avançando heat após heat. Só não contava que um desconhecido rookie, de seu nome Jadson Andre, tivesse ali o momento mais alto de toda a carreira.

    Jadson surpreendeu tudo e todos. Começou por vencer Michel Bourez nos quartos-de-final, seguindo-se um quase impensável triunfo sobre Dane Reynolds nas meias-finais. Na grande final usou a mesma tática e continuou a voar como poucos nas rampas da Praia da Vila e acabou por vencer o rei por uma diferença de 40 centésimos – 14,40 contra 14,00.

    Um feito notável na altura para um jovem que poucos conheciam. Nesse ano acabou por terminar como número 13 mundial, naquela que foi a sua melhor temporada de sempre. Desde então, tem passado época atrás de época a lutar pela requalificação, saindo algumas vezes do WCT, mas regressando logo de seguindo, contando já com três regressos.

    Jadson é, sem dúvida, um dos mais abnegados e subestimados surfistas da elite mundial. Mesmo que grande parte dos fãs do surf mundial não dê muito por ele, o surfista natural de Natal é um dos competidores com mais garra que alguma vez passou pelo circuito e isso também foi sendo a sua imagem de marca ao longo dos anos. Só assim se conseguiu manter onde está.

    Por curiosidade, esta etapa que é agora retratada no mais recente “Vault” da WSL foi também especial para os portugueses. Isto porque Tiago Pires conseguiu em Santa Catarina uma das várias vitórias frente a KS. Aconteceu logo na ronda inaugural, num heat em que também entrou o brasileiro Messias Félix. Saca acabaria por perder para Taylor Knox na ronda 3 e Slater só foi parado na final. Pelo tal endiabrado Jadson Andre, pois claro.

     

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