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  • Petição contra a expansão das estufas de plástico entregue no Parlamento
    02 março 2020
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  • O objetivo é o de salvar o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e a Costa Vicentina do avanço descontrolado da agricultura intensiva.
  • Recentemente foi noticiado que parte do litoral alentejano, nomeadamente a zona do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, está cada vez mais coberto por um mar de estufas de plástico.

    Estruturas que arrastam consigo problemas para o ecossistema, ainda para mais em zona protegida, e qualidade de vida das pessoas na região. 

    No combate contra este aumento descontrolado das estufas de plástico está o movimento Juntos pelo Sudoeste (JPS), que recentemente lançou uma petição pública e que agora leva a mesma à Assembleia da República. 

    A petição dá pelo nome de 'O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não aguenta mais agricultura intensiva!' e conta com cerca de seis mil assinaturas.

    O intuito é promover "um debate sério sobre a situação do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), face ao avanço descontrolado e desproporcional da agro-indústria, nomeadamente as culturas cobertas por quilómetros de plástico, num modelo agrícola em regime intensivo que tem posto em causa a integridade social, ambiental e económica do território", pode ler-se em nota de imprensa.

    Faz saber a mesma nota que este movimento "pretende a revogação da Resolução de Conselho de Ministros 179/2019 de 24 de Outubro, que, ao contrário do que se esperava, não só não deu solução aos graves problemas e infrações identificados em relatórios oficiais, travando a galopante expansão agrícola até estarem acautelados todos os interesses da região do Sudoeste, como permitiu triplicar a área coberta de plástico que já existe no PNSACV."

    O movimento cívico acusa o Estado português de falta de zelo "na preservação de um valioso património ecologicamente sensível, classificado a nível nacional como Parque Natural e a nível europeu como Rede Natura 2000, que tem sofrido fortes ameaças aos seus valores naturais, alguns deles únicos no planeta, sobretudo pela falta assumida de monitorização e fiscalização do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) no que respeita o impacto ambiental - água, solo, ar, biodiversidade e habitats protegidos, assim como ordenamento e práticas agrícolas".

    Classificando a situação ambiental, paisagística e social de "tão insustentável quanto explosiva", o JPS defende que "num Parque Natural não pode predominar uma lógica de desenvolvimento económico à custa da degradação do território" sem que haja "uma reflexão e soluções consistentes, que respondam às preocupações da população e de outros setores fundamentais da região do Sudoeste, com vista a uma compatibilização entre os valores de um território classificado e o tipo de agricultura que lá se pratica."

     

     

     

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  • Fonte
    Redação
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