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  • Cimeira do Clima termina sem acordo em ponto essencial
    16 dezembro 2019
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  • O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, não escondeu a "decepção com os resultados obtidos" na cimeira.
  • Deveria ter terminado na passada sexta-feira, mas a verdade é que só ontem chegou ao fim a 25ª Conferência das Partes (COP25) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas.

    Depois de difíceis negociações, as partes envolvidas conseguiram chegar a um acordo sobre a generalidade dos temas abordados. Contudo o ponto que, para muitos é considerado o mais importante, ficou de fora.

    Trata-se da regulamentação do Artigo 6 do Acordo de Paris, o único que desse acordo falta regulamentar e diz respeito à criação de regras, modalidades e procedimentos para um mecanismo de mercado, o chamado mercado de carbono.

    Tudo ficou adiado próxima cimeira que terá lugar em Glasgow, na Escócia, no próximo mês de novembro.

    Após a conclusão do encontro, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, em mensagem publicada na sua conta oficial na rede social Twitter, não escondeu a "desilusão com os resultados obtidos" e considera que a "comunidade internacional perdeu uma importante oportunidade para mostrar uma maior ambição no combate às alterações climáticas". Apesar deste desfecho, Guterres lança o apelo. "Não devemos desistir!"

    Divergências à parte, o texto final da Cimeira da ONU pede um aumento da ambição dos compromissos de luta contra as alterações climáticas, seguindo o calendário marcado pelo Acordo de Paris. Isto para além de criar as bases para que em 2020 os países apresentem compromissos mais ambiciosos na redução de emissões de gases com efeito de estufa.

    O acordo agora alcançado reconhece que as políticas climáticas devem ser permanentemente atualizadas com base nas informações da ciência. Também reconhece o papel do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), referindo os dois relatórios publicados este ano sobre o uso do solo e os oceanos.

    A cimeira confirmou que a luta contra as alterações climáticas é uma questão transversal que envolve matérias que vão das finanças à ciência, da indústria à energia, dos transportes às florestas ou agricultura.

    Por último, reconheceu a importância dos oceanos no sistema climático e como resposta aos relatórios do IPCC ficaram acordadas duas iniciativas para 2020, uma sobre oceanos e outra sobre o uso da terra.

     

     

     

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