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  • Bodyboard: Miguel Ferreira e Joana Schenker fora do Sintra Pro
    14 setembro 2019
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  • Ambos os bodyboarders ficaram pelo caminho nos quartos-de-final do evento que tem reservado para amanhã o dia das finais.
  • O penúltimo dia da 24º edição do Sintra Portugal Pro, que termina amanhã na Praia Grande (Sintra), marcou o cair do pano da participação nacional nas competições principais.

    Um cenário que é realidade após os resistentes Joana Schenker e Miguel Ferreira terem sido eliminados nos quartos-de-final das categorias feminina e masculina, respetivamente.

    Joana foi surpreendida pela espanhola Teresa Miranda, enquanto Miguel Ferreira não conseguiu superar o antigo campeão mundial Uri Valadão, do Brasil.

    Schenker, que em 2017 conquistou o Sintra Pro, mostrou-se francamente desiludida com o desfecho da bateria com Teresa Miranda, apesar de fazer um "balanço positivo” da sua participação na prova portuguesa.

    “Obviamente estou triste por ter perdido, embora não esteja totalmente insatisfeita com a minha prestação. Infelizmente, cometi um erro na gestão da prioridade na minha bateria e dei a oportunidade à Teresa de dar a volta ao heat na última onda. O balanço acaba por ser positivo, apesar de tudo, embora saiba que podia ter ido mais longe", disse a campeã do mundo de bodyboard em 2017.

    Por seu turno, Miguel Ferreira teve, apesar da derrota com o conceituado Uri Valadão, muitos motivos para sorrir naquela que foi a sua estreia Open numa prova do Circuito Mundial de Bodyboard.

    O bodyboarder português conseguiu atingir os quartos-de final e assinou, até ao momento, a melhor nota do campeonato, tendo alcançado uma pontuação máxima (10 pontos).

    “Cheguei ao campeonato diretamente da Austrália, cansado, e sabia que Sintra é sempre um campeonato exigente. Quer pelo nivel dos atletes presentes bem como pelas condições da Praia Grande. Por isso, é muito positivo ter alcançado o quinto lugar", considera Miguel Ferreira.

    Com Joana Schenke e Miguel Ferreira fora de acção, resta então para Portugal uma cartada no Pro Junior.

    Cartada essa que é jogada pelo antigo campeão europeu Júnior Rodrigo Lopes. Bodyboarder que foi convidado a participar no Sintro Pro à última hora, mas que está a corresponder à altura do desafio. 

    Rodrigo assegurou um lugar na final, a realizar amanhã, ao passar em segundo na meia-final direta, sendo superado apenas pelo francês Ethan Capdeville, filho da antiga lenda francesa do desporto, Nicolas Capdeville, e batendo o talentoso sul-africano Alex Nutt.

    “Estou feliz, pois nem era para participa. O heat correu até melhor do que esperava, pois as ondas eram predominantemente para a esquerda quando estou mais confortável com as direitas. Ainda por cima frente a alguns dos melhores do mundo neste escalão como são Ethan Capdeville e Alex Nutt. Amanhã, com a maré mais vazia e melhores ondas, quero rebentar com tudo e ganhar o evento", perspectivou Rodrigo Lopes.

    Igualmente nas finais de amanhã poderemos ver Dave Hubbard a marcar presença nas baterias decisivas de Bodyboard Open e Dropknee, mostrando a incrível versatilidade que o caracteriza.

    Em bodyboard Open, o havaiano terá de defrontar o marroquino Anas Haddar, enquanto em dropknee Hubbard terá pela frente um conterrâneo havaiano: Sammy Morretino.

    Um embate entre campeões do mundo de diferentes gerações e que, mais uma vez, definirá o novo título mundial da especialidade. Dave poderá somar o seu nono troféu mundial, enquanto Morretino terá a hipótese de repetir o triunfo de 2018, que foi também alcançado em Sintra.

    Finalmente, nas senhoras, iremos assistir a um duelo inédito nesta temporada de 2019. Frente a frente teremos a japonesa Sari Ohara e a espanhola Alexandra Rinder.

    Sari chega à final depois de eliminar a favorita Isabela Sousa e a surpreendente Lara Ascanio, das Canárias. Já Rinder, para chegar à desejada final, superou a compatriota Teresa Miranda, que havia sido o carrasco de Joana Schenker.

    Certo é que, independentemente de quem ganhar amanhã, as Canárias colocam três atletas no pódio feminino, o que demonstra bem o poderio daquelas ilhas espanholas na cena do bodyboard internacional.

     

     

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  • Fotografia
    João Araújo
  • Fonte
    Redação
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