Homepage

  • Subida da água do mar pode provocar 280 milhões de deslocados
    30 agosto 2019
    arrow
    arrow
  • Fonte
    Redação
powered by
  • Meo
  • Mercedes
  • Buondi
Segue-nos nas redes
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • A elevação do nível das águas do mar deve-se ao aumento das temperaturas que está a derreter as grandes massas de gelo nos polos.
  • Como consequência do aquecimento global, a subida da água do mar pode fazer 280 milhões de deslocados. Quem o diz é um relatório preliminar científico que a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgará em Setembro.

    Diz o documento, que com o aumento da frequência dos ciclones poderão ser muitas as grandes cidades inundadas todos os anos a partir de 2050. E até ao fim do século as previsões do relatório é que entre 30 a 99% do terreno permanentemente congelado (permafrost) deixe de o ser, libertando grandes quantidades de dióxido de carbono e de metano.

    Ao mesmo tempo, os fenómenos resultantes do aquecimento global podem levar a um declínio constante da quantidade de peixe, um produto do qual muitas pessoas dependem para se alimentar.

    O relatório preliminar da ONU, divulgado pela agência noticiosa France Press, é da responsabilidade do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC na sigla original), cuja versão final será divulgada em Setembro.

    O relatório será discutido pelos representes dos países membros do IPCC, que se reúnem no Mónaco a partir de 20 de Setembro, por alturas da cimeira mundial sobre o clima em Nova Iorque. Encontro marcado para 23 de Setembro pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

    O objetivo é alcançar compromissos mais fortes dos países para reduzir as suas emissões de dióxido de carbono, que caso se mantenham no ritmo atual farão subir as temperaturas de 2 a 3 graus celsius até ao fim do século.

    Especialistas temem que a China, Estados Unidos da América, União Europeia e Índia, os quatro principais emissores de gases com efeito de estufa, estejam a fazer promessas que não cumprem.

    Estas regiões do mundo também serão afetadas pela subida das águas do mar, alerta o relatório, especificando que não serão só afetadas as pequenas nações insulares ou as comunidades costeiras expostas.

    Xangai, a cidade mais populosa da China, está localizada num delta, formado pela foz do rio Yangtze e pode começar a ser inundada regularmente se nada for feito para parar as alterações climáticas. A China tem mais nove cidades em risco.

    Essa subida do nível do mar coloca os Estados Unidos como um dos países mais vulneráveis, a aumentar em cinco vezes o risco de inundações, incluindo em Nova Iorque.

    A União Europeia está menos vulnerável, mas os especialistas do IPCC alertam para inundações no delta do Reno. E para a Índia esperam que milhões de pessoas tenham de ser deslocadas.

    A elevação do nível das águas do mar deve-se ao aumento das temperaturas que está a derreter as grandes massas de gelo nos polos.

    Segundo o documento as calotes polares da Antártica e da Gronelândia perderam mais de 400 mil milhões de toneladas de massa por ano na década antes de 2015. Os glaciares das montanhas também perderam 280 mil milhões de toneladas.

     

     

    Para acompanhar e confirmar live, os dados sobre o estado do mar, podes usufruir da nossa rede de livecams e reports preparada para essa finalidade.

    Visita a nossa Loja Online, e encontra tudo o que precisas para elevar o teu nível de surf!

    Segue o Beachcam.pt no Instagram

Tags
  • Mundo
  • Natureza
  • Ambiente
  • Mar
  • ONU
  • Nações Unidas
  • Fonte
    Redação
pub
similar News
similar
abril 09
Ainda há quem continue a surfar, apesar do surf estar interdito
abril 09
Himalaias já são visíveis da Índia devido à queda da poluição do ar
abril 08
Peças de Lego podem resistir até 1300 anos no mar
abril 09
Requalificação da Estrada da Meia Praia vai avançar
abril 09
Chuva dá tréguas na Páscoa
abril 09
Temperaturas de março entre as mais altas desde que há registo do mês
abril 09
Polícia investiga estrela australiana que furou quarentena para surfar
pub